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  • MIDR reconhece a situação de emergência em 29 cidades afetadas por desastres

    O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (21), a situação de emergência em 29 cidades afetadas por desastres nos estados do Amazonas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo.

    Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Relvado, São Francisco de Assis, Nova Santa Rita, Sapucaia do Sul, Toropi, Montenegro, Nova Esperança do Sul, Cacequi, Eldorado do Sul, Unistalda e Estrela, no Rio Grande Sul, e Vargem, em Santa Catarina.

    Já as cidades de Barreirinha, no Amazonas, e Rio Grande, no Rio Grande do Sul, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de inundações, enquanto Sobradinho e São Nicolau, também no estado gaúcho, foram atingidas por enxurradas.

    Por outro lado, os municípios de Tanhaçu, Piripá, Boquira e Anagé, na Bahia, Brejo dos Santos, Dona Inês, Quixabá e Mãe D’Água, na Paraíba; Caetés, em Pernambuco, e Morro Grande, em Santa Catarina, passam por estiagem. No Rio Grande do Norte, as cidades de São Fernando, Parelhas e Campo Grande enfrentam a seca, período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.

    Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

    Como solicitar recursos

    Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.

    Capacitações da Defesa Civil Nacional

    A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

    Fonte: Brasil 61

  • IEL oferta mais de 1,7 mil vagas de estágio com bolsas de até R$ 2 mil

    O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) está com 1.739 vagas de estágio abertas em todo o Brasil, aponta levantamento realizado pela Agência de Notícias da Indústria, divulgado nesta quinta-feira (24). Entre outras áreas, há oportunidades em engenharias, logística, administração, artes plásticas, biblioteconomia, design gráfico, direito, educação física, farmácia, fisioterapia, gastronomia, geologia, nutrição e psicologia.

    As oportunidades são para estudantes de graduação, cursos técnicos e ensino médio. Todas as vagas são remuneradas: as bolsas variam entre R$ 320 e R$ 2 mil, mais auxílio transporte.

    Os estados com maior número de vagas são Bahia, com 587 vagas; Goiás, com 502; e Pernambuco, com 250. A seguir estão Alagoas, com 78 oportunidades; Maranhão, com 70; Distrito Federal, com 66; Rio Grande do Sul, com 59; e Minas Gerais, com 57.

    Por fim estão Ceará, com 28; Tocantins, com 25; e Rio Grande do Norte com 17 vagas. Detalhes das vagas por estado podem ser conferidos aqui.

    A gerente de Carreiras e Desenvolvimento Empresarial do IEL, Michele Queiroz, explica que os estados líderes em número de vagas concentram importantes polos industriais, administrativos e educacionais. Além disso, a oferta é reflexo da forte atuação regional do IEL nesses territórios, o que facilita a articulação e a conexão entre universidade e indústria.

    De acordo com a gerente, a atenção do IEL tanto com os estudantes estagiários, quanto com as empresas contratantes, está presente em todas as etapas do vínculo. Quando a empresa identifica a necessidade de vaga, o Instituto auxilia a desenhar o perfil de estagiário mais adequado à oportunidade. A seguir, o IEL vai até a instituição de ensino para identificar os perfis que estão sendo formados. Só então ocorre o processo de seleção e recrutamento.

    “Nós fazemos um encontro entre a empresa e o candidato. Uma vez contratado, seguimos com o processo de acompanhamento, de desempenho, contato com supervisores de estágio, suporte pedagógico e apoio à instituição de ensino”, disse.

    Michele também destaca o diferencial do IEL em dispor de uma plataforma de aprendizagem virtual que permite ao estagiário o aprimoramento profissional e pessoal, além de orientações e de mentorias ao longo do contrato: o IEL Carreiras.

    “Ao final, ainda temos uma oportunidade muito interessante. Estagiário e empresa podem ter o seu trabalho reconhecido pelo Prêmio IEL de Talentos”, afirma a gerente. Com periodicidade anual, em 2025 a premiação teve recorde de inscritos – mais de 100% em relação ao ano anterior.

    Os estudantes interessados nas oportunidades de estágio devem acessar o site do IEL em seu estado ou o portal nacional para consultar as vagas disponíveis e realizar o cadastro. Outra opção é cadastrar o currículo diretamente no Banco de Talentos.

    IEL

    Criado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 1969, segundo Michele, o IEL iniciou as atividades com uma proposta considerada muito avançada para a época: aproximar os estudantes das linhas de montagem via estágios supervisionados. Atualmente em 25 estados brasileiros, a entidade opera nos eixos de desenvolvimento de talentos, gestão empresarial, educação executiva e inovação e pesquisa.

    “Hoje, o IEL tem como missão desenvolver talentos, preparar líderes empresariais na gestão de seus negócios e oferecer soluções inovadoras para as empresas. Temos um papel muito importante na questão da conexão de talentos às empresas, buscando atender as necessidades e as prioridades da política Nova Indústria Brasil, bem como preparar a mão de obra do futuro”, apontou a gerente.

    O Programa IEL de Estágios já intermediou mais de 1,5 milhão de estágios. Apenas no primeiro semestre de 2024, a rede inseriu mais de 50 mil estagiários no mercado de trabalho.

    Mais sobre o IEL Carreiras

    Em 2025, o IEL lançou o IEL Carreiras, uma plataforma para conectar estudantes, instituições de ensino e empresas.

    A ferramenta concentra, em um só ambiente, as vagas de estágio de todo o Brasil. Há filtros por estado, curso, modalidade e tipos de vagas que facilitam a busca pela melhor oportunidade. As empresas têm acesso a um banco nacional de candidatos, também com função de filtros. É possível realizar testes de perfil para unir o estudante à empresa ideal. Tanto estudantes quanto empresas podem fazer login para se manter conectados com todas as novidades.

    Fonte: Brasil 61

  • Câmara aprova projetos e debate saúde, infraestrutura e preservação do patrimônio público

    A 57ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campina Grande foi realizada na manhã desta terça-feira, sob a presidência do vereador Saulo Germano e secretariada pela vereadora Jô Oliveira. Durante os trabalhos legislativos, foram aprovados por unanimidade requerimentos, projetos de lei e projetos de resolução. Ao longo do pequeno e grande expediente, os parlamentares apresentaram demandas relacionadas à infraestrutura urbana, saúde básica, funcionamento da zona azul, subvenções sociais e à preservação de prédios públicos com relevância histórica e impacto direto na dinâmica econômica e social da cidade.

    No pequeno expediente, o vereador Rostand Paraíba relatou cobranças da população da zona leste da cidade, destacando a necessidade de instalação de lâmpadas de LED, asfaltamento, revitalização da ponte da antiga Cachoeira e de outras estruturas semelhantes na região. Citou ainda a urgência de calçamento na Avenida Prefeito Severino Cabral e de ações na Avenida Francisco Lopes, no bairro das Malvinas. O parlamentar também reforçou o pedido pela implantação de areninhas de futebol. Na mesma linha, o vereador Wellington Cobra voltou a tratar da zona leste, com destaque para o bairro Nova Brasília, que, segundo ele, precisa de serviços de capinagem. Chamou atenção para os canais das Malvinas, locais onde já ocorreram acidentes e que demandam providências urgentes para evitar tragédias. O vereador reforçou que, embora os parlamentares fiscalizem e apontem os problemas, a execução das ações depende do Poder Executivo e da atuação direta da Prefeitura Municipal.

    As vereadoras Aninha Cardoso e Waléria Assunção direcionaram suas falas para a crise na saúde pública. Aninha utilizou a tribuna para questionar a homologação de um pregão eletrônico, publicado no Semanário Oficial do Município, cujo objeto trata do sistema de registro de preços para fornecimento de cartões eletrônicos corporativos para alimentação em restaurantes credenciados. A contratação, de acordo com a vereadora, estabelece valor mensal de R$ 46.274,80 e total anual de R$ 555.209,07. A vereadora criticou a destinação desses recursos diante da realidade dos serviços públicos, destacando a falta de medicamentos e exames nos postos de saúde, a paralisação de serviços nos CRAS e atrasos no pagamento dos salários dos servidores.

    Waléria Assunção deu continuidade ao tema, apresentando relatos da população da comunidade Estação Velha, onde há, segundo ela, ausência total de políticas públicas. Citou casos de crianças sem diagnóstico ou acesso a especialistas, pessoas com exames represados, idosos acamados sem medicamentos para dor e longas filas de espera. A vereadora ainda leu cobranças nas redes sociais, criticou a ineficiência do programa “Saúde de Verdade” e questionou a eficácia e acessibilidade de um novo aplicativo anunciado pela gestão para marcação de consultas e exames. Por fim, cobrou respostas diante da precarização dos serviços e lembrou a convocação já feita ao secretário de Saúde para prestar esclarecimentos à população.

    O vereador Márcio Guedes também usou a tribuna para expressar sua indignação diante de um caso que considerou como retaliação política. Relatou que um eleitor seu, vítima de um acidente de moto, foi liberado do Hospital de Trauma sem todos os exames necessários. O jovem retornou com dores e foi conduzido para cirurgia, mas segundo o vereador, teria tido o procedimento desmarcado após descobrirem que era vinculado ao parlamentar. Márcio afirmou que não busca privilégios, mas pediu por justiça e respeito, sem retaliações políticas.

    O vereador Pimentel Filho iniciou sua fala no grande expediente, manifestando preocupação com a situação das subvenções sociais destinadas a instituições que desenvolvem relevantes políticas públicas no município. Segundo o parlamentar, os pagamentos estão em atraso, e a lei que autoriza a liberação desses recursos ainda não foi enviada à Câmara Municipal, o que tem impedido a regularização dos repasses. Pimentel comparou a situação ao recente pregão homologado para contratação de cartão corporativo, cujo montante ultrapassa meio milhão de reais, e afirmou que, em quase 40 anos de mandato, nunca presenciou um prefeito deixar de efetuar os pagamentos das subvenções sociais.

    Ainda em sua fala, o vereador trouxe à tona denúncias envolvendo o Hospital Help, a respeito de emendas parlamentares destinadas à unidade, mas que não teriam sido repassadas pela Prefeitura. Solicitou esclarecimentos formais sobre o caso. Além disso, retomou um tema discutido na sessão anterior, sobre uma transferência de recursos da Secretaria de Saúde para a Secretaria de Obras, aprovada pela Casa. O vereador questionou a destinação e aplicação do recurso. Por fim, Pimentel solicitou a revitalização do prédio do antigo Grande Hotel de Campina Grande, alertando para riscos estruturais e o abandono da edificação, que representa ameaça à segurança da população.

    O vereador Alexandre do Sindicato também fez uso da tribuna e destacou que a escuta ao parlamento poderia aprimorar significativamente as ações do Executivo, uma vez que os vereadores reúnem informações e demandas diretamente oriundas da população. Nesse sentido, o parlamentar anunciou ter protocolado dois requerimentos: o primeiro solicita informações à Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) sobre o funcionamento da zona azul, abordando questões como a destinação dos recursos arrecadados e o regime trabalhista dos profissionais envolvidos na operação. O segundo requerimento propõe a realização de uma audiência pública para discutir a atual situação da zona azul em Campina Grande, seus números e desafios. “É isso que precisamos discutir. Pela competência da STTP, acredito que receberemos as informações em tempo hábil”, afirmou.

    Encerrando o Grande Expediente, o vereador Olimpio Oliveira também mencionou sua preocupação com o estado de abandono do prédio do antigo Grande Hotel, reforçando os alertas sobre falhas na infraestrutura e riscos à segurança. O parlamentar destacou ainda a relevância histórica do edifício, um marco da cidade, e ampliou sua fala para tratar da situação do prédio da Recebedoria de Rendas, que estaria prestes a ser desativado mesmo após recente reforma. Para Olimpio, esse movimento de retirada de órgãos públicos do centro da cidade tem provocado um processo de esvaziamento urbano, citando como exemplos a transferências de serviços do DETRAN, da Região de Ensino, do Fórum Afonso Campos e do Restaurante Popular. O vereador questionou: “Querem transformar Campina Grande em João Pessoa ou Recife, com um centro totalmente abandonado?”. Ele afirmou ter recebido manifestações de preocupação de entidades como a CDL, o Sindifisco, a Associação Comercial e representantes da área contábil. Nesse contexto, solicitação a votação do seu requerimento, destinado ao governador do Estado, pedindo a manutenção do funcionamento regular da Recebedoria de Rendas, localizada na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no Centro da cidade.

    VOTAÇÃO DE MATÉRIAS LEGISLATIVAS
    Foram aprovadas por unanimidade matérias legislativas, entre elas o Requerimento nº 3157/2025, de autoria do vereador Olímpio Oliveira, que solicita ao Excelentíssimo Senhor Governador do Estado, João Azevêdo, e ao Secretário de Estado da Fazenda, Dr. Marialvo Laureano, a manutenção do funcionamento regular da Recebedoria de Rendas, localizada no histórico edifício situado na Avenida Marechal Floriano Peixoto, no Centro de Campina Grande.

    Também receberam aprovação projetos de autoria do Poder Executivo, que solicitam a abertura de crédito adicional especial ao orçamento municipal para o exercício de 2025. Além disso, foram aprovados projetos de lei apresentados pelos vereadores Saulo Noronha e Alexandre Pereira, relacionados à Igreja Assembleia de Deus e à inclusão de datas no calendário oficial do município. A sessão ainda contou com a aprovação de Projetos de Resolução propostos pela vereadora Jô Oliveira, os quais concedem a Medalha Celso Furtado a organizações sociais e personalidades relevantes da cidade. Todas as proposições foram aprovadas por unanimidade.

    MINUTO DE SILÊNCIO
    Durante a sessão, foi concedido um minuto de silêncio em memória de personalidades que faleceram recentemente e deixaram importantes contribuições para a cidade de Campina Grande. O vereador Olímpio Oliveira apresentou voto de pesar pelo falecimento do pastor Valberto Cruz, destacando sua atuação desde os primórdios do Encontro da Consciência Cristã. O parlamentar ressaltou que, mesmo diante de períodos em que parte da sociedade passou a retaliar o evento e a instituição VINACC, o pastor se manteve firme, preservando sua integridade e compromisso. Sua partida representa uma significativa perda para sua família e para toda a comunidade evangélica. O presidente Saulo Germano se acostou ao pedido, lembrando que conhecia o pastor Valberto de longas datas. Todos os vereadores presentes também se associaram à homenagem.

    A vereadora Aninha Cardoso solicitou um minuto de silêncio em memória de Dona Mercês, moradora do bairro Bela Vista. Já o vereador Rafafá pediu a homenagem póstuma à professora Ana Maria Alves, sua ex-professora e educadora que atuou em diversas escolas da rede de ensino de Campina Grande.

    Fonte: Ascom

    Foto: Josenildo Costa/CMCG

  • Confiança cai em 21 dos 29 setores da indústria brasileira

    A indústria brasileira iniciou o segundo semestre de 2025 sem recuperar a confiança. Segundo o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) – Resultados Setoriais, divulgado nesta terça-feira (22), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 21 dos 29 setores industriais analisados registraram queda na confiança em julho.

    “A confiança caiu em todos os portes da indústria (pequena, média e grande), caiu em todas as regiões consideradas na pesquisa”, afirma Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI. “A falta de confiança do empresário vem desde o início do ano. Se agravou agora, na passagem de junho para julho. Mas desde o início do ano, o empresário mostra falta de confiança”, completa.

    Para o especialista, a redução na confiança está ligada ao último aumento da taxa Selic. Azevedo explica que os resultados do levantamento ainda não captam completamente os efeitos das medidas tarifárias impostas pelo governo dos Estados Unidos aos produtos brasileiros.
    “Algumas empresas até responderam sabendo dessa nova mudança, mas a maior parte não. Isso afetou a confiança dos empresários em parte nessa pesquisa, mas essa avaliação vai poder ser melhor sentida na próxima pesquisa, no início do próximo mês”, avalia.

    ICEI: Nordeste é a única região ainda confiante

    A região Norte apresentou a maior queda no indicador, passando de 53 pontos em junho para 50 pontos em julho, o que indica um estado de neutralidade. Agora, apenas o Nordeste permanece acima dos 50 pontos, enquanto Sul, Sudeste e Centro-Oeste operam com falta de confiança.
    O ICEI varia de 0 a 100 pontos. Resultados abaixo de 50 indicam falta de confiança.

    Veja como ficou o índice por região:

    ICEI: Setores que perderam confiança

    Três setores migraram do campo da confiança para a falta de confiança em julho:

    • Perfumaria, limpeza e higiene pessoal;
    • Produtos diversos;
    • Produtos de borracha.

    Por outro lado, apenas o setor de manutenção e reparação passou da falta de confiança para a confiança, sendo o único a melhorar sua percepção.

    ICEI: Confiança cai entre todos os portes de empresa

    A retração no otimismo também atingiu empresas de todos os tamanhos:

    • Pequenas empresas: -0,7 ponto;
    • Médias empresas: -1,3 ponto;
    • Grandes empresas: -1,1 ponto.

    A pesquisa foi realizada com cerca de 1,8 mil empresas industriais, sendo 724 pequenas, 652 médias e 412 grandes, entre 1º e 10 de julho.

    Fonte: Brasil 61

  • Tarifaço de Trump ameaça sobrevivência de pequenas e médias empresas brasileiras, alerta setor produtivo

    A taxação de até 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelo governo dos Estados Unidos acendeu um alerta vermelho no setor produtivo brasileiro. Para entidades como a CACB, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, e especialistas em direito tributário, a medida representa um risco direto à sobrevivência de pequenos e médios exportadores. “Essa taxação não é só um entrave comercial. É uma ameaça direta à sobrevivência de milhares de pequenos e médios empresários que investiram pesado para acessar o mercado norte-americano”, afirma Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB.

    Impacto desproporcional e risco de colapso

    Na avaliação do advogado tributarista e sócio do Vernalha Pereira. Luis Claudio Yukio Vatari, embora o impacto sobre grandes cadeias exportadoras — como carne, aço, café e laranja — seja evidente, são os negócios de menor porte que estão mais vulneráveis.

    “As diferenças entre os grandes e pequenos exportadores são inúmeras. Uma multinacional, por exemplo, pode readequar a produção entre filiais e amortecer o impacto. Já as pequenas e médias empresas, que não têm estrutura ou margem para negociar com o mercado, podem simplesmente desaparecer do mapa”, alerta Vatari.

    O presidente da CACB ainda destaca que hoje há cerca de 2 mil pequenas e médias empresas brasileiras exportadoras para os EUA, com um volume anual de US$ 500 milhões. “Pode parecer pouco perto dos quase US$ 40 bilhões das grandes, mas estamos falando de empresas com cadeias produtivas próprias, altamente especializadas. Se forem excluídas da pauta de exportação, o prejuízo será imenso para a economia real”, diz.

    Emprego em risco e cenário inflacionário

    A CACB alerta que o efeito dominó pode chegar rapidamente ao mercado de trabalho e à inflação. “Essas empresas são as que mais empregam no Brasil. Se quebram, o desemprego dispara — e, com ele, a pressão sobre o consumo, o crédito e o próprio ambiente de negócios”, aponta Cotait.

    Yukio reforça que, além do desemprego, há poucos caminhos para mitigar os efeitos no curto prazo: “Não existe mecanismo tributário que compense essa perda. Exportações são, por regra, isentas. Um apoio estatal mais incisivo poderia configurar prática abusiva e levar o Brasil a ser denunciado na OMC, da mesma forma que os EUA estão sendo agora.”

    Reciprocidade? Não agora, dizem especialistas

    Para a CACB, a solução está na diplomacia e no diálogo. “Negociar está no nosso DNA. O governo brasileiro precisa liderar esse processo com inteligência e responsabilidade técnica. O viés político deve ficar fora dessa mesa”, defende Cotait.

    Yukio concorda: “Retaliar com a mesma moeda pode parecer justo, mas tem efeitos colaterais. Quem paga a conta é o consumidor. O caminho mais eficaz seria acionar os mecanismos legais, como a OMC, para contestar a medida. Trata-se de uma violação clara das regras do comércio internacional.”

    A entidade propõe, como medida emergencial, o adiamento da entrada em vigor das novas tarifas. “Ganhar tempo é essencial. Um adiamento de 60 dias pode abrir margem para acordos mais equilibrados”, sugere Cotait.

    Na OMC, o Brasil tem chance

    Segundo Yukio, o país tem base legal para questionar a medida. “O Brasil pode sim recorrer à OMC. As tarifas impostas extrapolam as regras previstas em tratados como o GATT. Já tivemos outras disputas semelhantes, e esse caso se encaixa perfeitamente para levar à Organização.”
    Apesar do cenário desafiador, ambos os entrevistados descartam ações precipitadas. “Estamos num cenário de inflação alta, juros elevados, déficit público gigantesco. Uma escalada tarifária só agravaria a crise”, resume Cotait.

    Negociações

    O governo brasileiro reafirmou que continuará na mesa de negociação com os Estados Unidos para tentar barrar o tarifaço de 50% sobre produtos nacionais, previsto para entrar em vigor no dia 1º de agosto. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que já foram enviadas duas cartas ao governo americano, sem retorno até o momento, e que o presidente Lula determinou o engajamento do Itamaraty e da equipe econômica na tentativa de evitar o agravamento do impasse comercial.

    Fonte: Brasil 61

  • Waléria Assunção vai as ruas vê dificuldade que o povo enfrenta com a saúde de CG

    A vereadora Waléria Assunção (PSB) publicou em suas redes sociais um vídeo no qual populares relatam severas dificuldades para o atendimento nos serviços de saúde da rede pública municipal de Campina Grande. Os depoimentos são muito fortes.

    As pessoas ouvidas por Waléria relatam dificuldades para o agendamento de consultas, marcação de exames e recebimento de remédios.Enquanto a Prefeitura tenta maquiar os números, a população vive a realidade do abandono.

    A saúde pública em Campina Grande está à deriva e quem paga o preço é quem mais precisa, lamenta a vereadora.

    Até quando Campina vai ser tratada com esse descaso? Onde está o planejamento da Secretaria de Saúde? Onde está a responsabilidade com o povo? E onde está o prefeito de Campina Grande, complementa.

    Em sua publicação, Waléria garantiu que vai seguir nas ruas, nos bairros, dentro das comunidades, fiscalizando, cobrando e buscando garantir que os direitos da população sejam respeitados.Porque saúde não é privilégio. É dever do Poder Público e direito do povo. E quem governa precisa, no mínimo, assumir essa responsabilidade, concluiu.

  • Distribuidoras de energia alertam sobre riscos de fogueiras e balões

    Com a chegada das festas juninas e julinas em todo o país, as distribuidoras de energia fazem um alerta à população: soltar balões é perigoso e ilegal, podendo provocar curto-circuitos, incêndios e até apagões, além de colocar vidas em risco. A prática é considerada crime ambiental, com pena de detenção e multa, e é uma ameaça real à segurança das pessoas e da rede elétrica.
    A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), que representa 42 concessionárias responsáveis pelo atendimento a mais de 90 milhões de domicílios brasileiros, reforça que a prevenção começa com ações simples e conscientes da população.

    Além dos balões, as fogueiras acesas próximas à rede elétrica também podem danificar os cabos e causar acidentes sérios, com risco de choques, incêndios e interrupções no fornecimento.

    O local onde se instala as típicas bandeirinhas ou enfeites também dever ser escolhido com cautela. Postes ou fios de energia não podem ser usados para este fim.

    O porta-voz do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, major Fábio Contreiras, destaca que os balões são responsáveis por inúmeros incêndios nos centros urbanos e nas florestas, causando perdas materiais, destruindo a vegetação.

    “Os balões também representam um grande perigo para a aviação. O risco de colisão ou de sucção pelas turbinas das aeronaves é real. Nessa situação, a chance de um acidente aéreo é muito alta”, disse Contreiras.

    Segundo o presidente da Abradee, Marcos Madureira, esse período marcado por celebrações tradicionais também é momento de atenção e reflexão sobre algumas práticas que colocam em risco pessoas e a rede elétrica.

    “Comportamentos de risco, como soltar balões ou montar fogueiras perto dos postes, podem trazer consequências graves e até irreversíveis”, destaca Madureira.

    A população pode acessar mais dicas e informações sobre como se proteger e evitar acidentes com a rede elétrica em site da Abradee.

    FONTE:Agência Brasil

     

  • Concurso da Prefeitura de Patos terá o Idecan como banca organizadora

    São 590 oportunidades de trabalho na Paraíba; lançamento do edital está próximo 

    O Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) será a banca organizadora para o concurso público da Prefeitura Municipal de Patos, na Paraíba. O lançamento do edital deve ocorrer nas próximas semanas.

    O certame irá oferecer 215 vagas imediatas e 375 de cadastro reserva para os cargos de guarda civil; professor; médico; terapeuta ocupacional; e fonoaudiólogo, que exigem níveis médio e superior. As taxas de inscrições são de R$ 110 e R$ 150, respectivamente.

    Sobre o Idecan

    Eficiência, inovação e idoneidade são marcas do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan). Há mais de 20 anos no mercado, o Idecan possui um extenso histórico positivo de concursos públicos, processos seletivos e seleções públicas organizados com sucesso. Também reconhecido por possuir um forte aparato antifraude, aplica tecnologia de última geração para garantir a segurança de todos os processos seletivos que organiza, evitando qualquer tipo de fraude. Organizado pelo Idecan em 2018, o concurso público da Advocacia Geral da União (AGU) foi um dos primeiros a contar com biometria facial e digital para identificação de candidato.

    Por ser uma organização social, sem fins lucrativos, com reputação ético-profissional comprovada, pode ser contratado diretamente pelos entes públicos, sem licitação, de forma ágil, legal e transparente, nos termos da Lei de Licitações. Institutos e universidades federais têm figurado constantemente na lista de parceiros do Idecan.  Justiça Federal do Ceará; SENAI/CETIQT do Rio de Janeiro; Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes); Conselho Regional de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional da 8ª Região do Paraná (Crefito-8) e Hospital Ophir Loyola, do Pará também já tiveram concursos públicos e processos seletivos organizados pela banca. O instituto recebeu o prêmio de Empresa Brasileira do Ano, emitido pelo Latin American Quality Institute, e o Prêmio Quality Mercosul, referência feita pela Empresa Brasileira de Educação e Integração, ambos em 2013.

    Fonte: Ascom

  • Nordeste pode ter sedes na Copa do Mundo de Clubes da Fifa

    O Brasil pode, em breve, sediar novamente um grande evento internacional de futebol. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já comunicou oficialmente à Fifa seu interesse em receber a Copa do Mundo de Clubes de 2029, e isso abre espaço para que o Nordeste seja uma das regiões escolhidas para ter sedes dos jogos.

    A informação foi confirmada após um encontro entre Samir Xaud, presidente da CBF, e Gianni Infantino, presidente da Fifa, além de Mattias Grafström, secretário-geral da entidade. A reunião aconteceu na Cúpula Executiva de Futebol da instituição, em Miami, com representantes de 211 federações de todo o mundo.

    De acordo com Samir Xaud, o Brasil tem plenas condições de receber o torneio. “Ele (Infantino) ficou muito feliz, disse que é totalmente possível. Agora vamos trabalhar para que dê certo. Vai ser um golaço”, declarou o presidente da CBF em entrevista ao jornal O Globo.

    A informação foi confirmada após um encontro entre Samir Xaud, presidente da CBF, e Gianni Infantino, presidente da Fifa, além de Mattias Grafström, secretário-geral da entidade. A reunião aconteceu na Cúpula Executiva de Futebol da instituição, em Miami, com representantes de 211 federações de todo o mundo.

    De acordo com Samir Xaud, o Brasil tem plenas condições de receber o torneio. “Ele (Infantino) ficou muito feliz, disse que é totalmente possível. Agora vamos trabalhar para que dê certo. Vai ser um golaço”, declarou o presidente da CBF em entrevista ao jornal O Globo.

    Além disso, a Fifa tem dado grande prioridade à expansão do Mundial de Clubes, que passará a contar com 32 times a partir de 2025. Desse modo, vai se tornar o torneio ainda mais relevante no calendário do futebol mundial.

    Caso o Brasil seja realmente a sede da Copa do Mundo de Clubes da Fifa, o Nordeste terá novamente a oportunidade de se colocar na vitrine global. Desse modo, atraindo turistas, investimentos e movimentando a economia local. Afinal, não há quem resista às belezas de Salvador, Recife, Fortaleza e Natal — unindo sol, praia, cultura e futebol em um só evento.

    Fonte: NE9

  • FPM de junho: ranking dos municípios com maiores repasses no 2º decêndio

    O repasse da segunda parcela de junho do Fundo de Participação dos municípios (FPM) ocorre nesta sexta-feira (20). Ao todo, as prefeituras recebem R$ 4,7 bilhões.

    Neste decêndio, sem levar em conta as capitais, o município que conta com o maior valor é Arapiraca. A cidade alagoana recebe uma parcela de R$ 2.899 milhões. Em segundo lugar no ranking aparecem cidades baianas como Alagoinhas, Barreiras e Camaçari, todas com um total de R$ 2.815 milhões.

    FPM: veja lista das 10 cidades que recebem maiores valores:

    1. Arapiraca (AL) R$ 2.899.796,10
    2. Alagoinhas (BA) R$ 2.815.879,56
    3. Barreiras (BA) R$ 2.815.879,56
    4. Camaçari (BA) R$ 2.815.879,56
    5. Feira de Santana (BA) R$ 2.815.879,56
    6. Ilhéus (BA) R$ 2.815.879,56
    7. Itabuna (BA) R$ 2.815.879,56
    8. Jequié (BA) R$ 2.815.879,56
    9. Juazeiro (BA) R$ 2.815.879,56
    10. Lauro de Freitas (BA) R$ 2.815.879,56

    FPM: valor do 2° decêndio de junho sobe 39%

    Vale destacar que o montante transferido pela União neste decêndio é cerca de 39% maior do que o repassado no mesmo período de 2024. Na segunda parcela de junho do ano passado, a quantia destinada aos municípios foi de R$ 3,3 bilhões.

    “Por enquanto, temos um resultado positivo, apesar das altas taxas de juros aplicadas pelo governo. Também temos uma situação de empregabilidade favorável, o que afeta diretamente a questão do Imposto de Renda, que é o principal componente do FPM”, avalia Cesar Lima, especialista em orçamento público.

    O que é FPM?

    O FPM surgiu em 1966. Desde o início, os recursos do fundo vêm da arrecadação da União com o Imposto de Renda (IR) e com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Inicialmente, os municípios recebiam 10% da arrecadação federal desses tributos, percentual que subiu gradualmente, até chegar aos 22,5%, em 1993.

    Por 14 anos esse foi o percentual da arrecadação federal transferido aos municípios. Em 2007, 2014 e 2021, emendas adicionaram mais recursos, que este ano totalizam 25%.

    O repasse dos recursos do IR e do IPI para o FPM ocorre a cada decêndio, ou seja, de dez em dez dias. Do total do fundo, 10% são destinados para as capitais, 86,4% para os municípios do interior; e 3,6% para os municípios da reserva, que são aqueles do interior que possuem população acima de 142.633 habitantes.

    Fonte: Brasil 61