Categoria: Policial

  • Professora registra momento em que bandido saca arma dentro da UEPB em assalto a carro forte

    Uma professora registrava uma foto no hall da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e por, coincidência, flagrou o momento em que um dos criminosos sacou uma arma durante o assalto ao carro forte que chegou ao local. O ataque aconteceu na manhã desta segunda-feira (1º), no bairro de Bodocongó, em Campina Grande, no Agreste da Paraíba.

    Um vigilante e uma estudante foram baleados e pelo menos 10 alunos tiveram ferimentos por queda por terem pulado do primeiro andar do prédio para fugir dos disparos de arma de fogo. Eles foram internados no Hospital de Trauma de Campina Grande e alguns já receberam alta, como o segurança e a aluna baleados. Outros continuaram internados na tarde desta segunda-feira em quadro clínico estável.

    Os quatro criminosos roubaram um malote de dinheiro, de valor não informado. O carro forte alvo do ataque chegava à agência bancária do Santander, situada dentro do campus sede da UEPB.

    A Polícia Militar estava em buscas pelos bandidos durante esta segunda-feira.

    Fonte: Click PB

  • Bandidos que atacaram carro forte na UEPB roubaram malote e esconderam arma em caixa de violão

    Os bandidos que assaltaram um carro forte, na manhã desta segunda-feira (1º), no campus sede da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) levaram um malote de dinheiro, de valor não informado. A confirmação foi feita ao ClickPB pela assessoria de comunicação da Polícia Militar.

    Os quatro criminosos chegaram se passando por estudantes e com arma escondida em uma caixa (case) de violão. Com a chegada do carro forte à agência do Santander, a quadrilha anunciou o assalto e houve troca de tiros com vigilantes do banco e do carro forte.

    Um segurança e uma estudante foram baleados. Pelo menos 10 alunos foram internados no Hospital de Trauma de Campina Grande com ferimentos nos pés, pernas e outras partes do corpo por terem pulado do primeiro andar do prédio da UEPB para fugir do ataque criminoso.

    A assessoria de comunicação da PM informou ainda ao ClickPB que policiais seguem em buscas pelos bandidos. Até às 13h, nenhum suspeito do ataque havia sido preso.

    Fonte: Click PB

  • Tiroteio na UEPB fica entre assuntos mais comentados do Twitter e repercute na imprensa nacional

    Foi registrado um tiroteio depois de uma tentativa de assalto a um carro-forte que fazia o abastecimento de um banco (Foto: Reprodução)

    O tiroteio na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) se tornou um assunto muito comentado nas redes sociais na manhã desta segunda-feira (1º). Tanto que o termo UEPB figurou entre os mais comentados no Twitter, integrando o Trend Topics Brasil.

    A imprensa nacional também repercutiu o assunto e fez matérias sobre o assunto em destaque. Sites como O Globo e Istoé elaboraram matérias sobre o assalto e o tiroteio.

    Vários estudantes relataram através das redes sociais, principalmente o Twitter, os momentos de tensão que enfrentaram. As pessoas lamentaram a situação de insegurança dentro da instituição de ensino.

    Mesmo as pessoas que não estudam na UEPB também comentaram o assunto e lamentaram o ocorrido. Na manhã desta segunda-feira (1º) foi registrado um tiroteio depois de uma tentativa de assalto a um carro-forte que fazia o abastecimento de um banco.

    Fonte: Click PB

  • Crianças a partir de 2 anos de idade estão entre as vítimas de suspeitos presos na operação contra pornografia infantil

    Ao menos 106 suspeitos de cometer crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet já tinham sido presos até as 11h30 de hoje (28), na quarta fase da Operação Luz na Infância. As ações ainda estão em andamento e o número deve mudar ao longo do dia. Na Paraíba, um homem é preso em flagrante em Campina Grande com material de pornografia infantil e outros mandatos de prisão foram determinados.

    Além das detenções, policiais civis dos 26 estados e do Distrito Federal estão cumprindo 266 mandados judiciais de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, em todo o país.

    A produção, guarda e disseminação de material digital contendo cenas de pornografia infantil foram identificadas por equipes do Laboratório de Inteligência Cibernética, da recém-criada Secretaria de Operações Integradas, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    O coordenador do Serviço de Inteligência do Ministério da Justiça, Alessandro Barreto, durante coletiva de imprensa sobre a Operação Luz da Infância 4.

    Segundo o coordenador do laboratório, delegado Alesandro Barreto, a maioria dos presos é do sexo masculino, tem entre 19 e 29 anos e vive em estados da Região Sudeste. Os suspeitos pertencem a diferentes classes sociais. Já entre as vítimas, há crianças a partir dos 2 anos de idade.

    “São crianças que são abusadas por parentes, por pessoas próximas. Nas operações anteriores, vimos que a parte mais importante deste trabalho é identificar vítimas e tirá-las da situação de abuso e exploração”, disse Barreto, destacando a capacidade das polícias estaduais e Federal de identificarem quem comete crimes cibernéticos.

    Internet não é território sem lei

    “Há uma impressão de que a internet é um território sem lei, mas as polícias dos estados estão sendo capacitadas para buscar as evidências neste ambiente. E a operação de hoje é uma demonstração de que as polícias estão cada vez mais aptas a identificar os autores de crimes neste ambiente.”

    A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de um a quatro anos de prisão. Já quem o compartilha pode ser condenado à pena de de três a seis anos de cárcere. A produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes pode ser punida com quatro a oito anos de detenção. Somadas, as três primeiras fases da Operação Luz na Infância resultaram em mais de 400 prisões e instauração de vários inquéritos.

    “Ocorrem verdadeiros absurdos no ambiente online e estamos identificando algumas pessoas que, em tese, são acima de qualquer suspeita, pois não têm antecedentes [criminais], nem nada. Já foram presos policiais, profissionais que tratam com crianças e da área de saúde”, afirmou Barreto.

    Mais de 1,5 mil policiais civis participam da nova fase, deflagrada nas primeiras horas da manhã de hoje, em todo o país. Após destacar a dificuldade da coleta de provas capazes de responsabilizar os investigados, o coordenador do Laboratório de Inteligência Cibernética destacou a importância dos pais estarem atentos às atividades dos filhos na internet.

    “Nós falamos para nossos filhos não falarem com estranhos na rua. Precisamos ter este mesmo cuidado com o ambiente online. É importante que os responsáveis legais orientem as crianças e denunciem [os casos suspeitos] pelos canais digitais, às delegacias de proteção ou pelo Disque 100 para que as polícias possam identificar esses criminosos”, defendeu o delegado.

    Novas ações

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou que operações semelhantes voltarão a ser realizadas.

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, fala sobre a Operação Luz da Infância 4, que cumpre mandados de busca e apreensão contra acusados de crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet.

    “A operação revela os propósitos da criação da Secretaria de Operações Integradas, com todo o poder de coordenação e operações entre as polícias estaduais; entre as polícias estaduais e federais e entre as forças federais”, comentou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. “Já foram feitas operações semelhantes a esta no passado, mas não com esta envergadura. Certamente, vamos realizar novas ações desta espécie”, acrescentou o ministro.

    De acordo com o ministro, as investigações vão continuar e, a partir da análise do material apreendido, será possível identificar a eventual rede de conexões existente entre os investigados e outros internautas.

    “Este é um crime muito grave e que nos traz um desgosto por atingir muito fortemente a nossa infância e adolescência”, acrescentou Moro, garantindo que as autoridades não vão tolerar as práticas criminosas.

    “É importante realizarmos esta operação cumprindo todos os mandados numa mesma data porque, assim, mandamos um recado claro: este tipo de crime não pode ser tolerado”, afirmou Moro.

    Fonte: Click PB

  • Trio rouba carro e bate em vários veículos na fuga em Campina Grande

    Três homens roubaram um veículo de um professor de 64 anos no bairro São José, em Campina Grande e na fuga bateram em vários carros.

    Após tomarem o carro de assalto, os criminosos saíram nele em alta velocidade. Nesse percurso, foram várias batidas até chegarem no bairro José Pinheiro, onde o veículo não funcionou mais após outra batida.

    Uma viatura da polícia percebeu a ação e perseguiu os bandidos até o momento em que eles colidiram e o carro não funcionou mais.

    Os três acusados foram detidos e com eles a polícia encontrou duas réplicas de arma de fogo. Um deles é maior de idade e os outros dois tem 17 anos.

    Fonte: Paraíba Online

  • Casal é assaltado, na PB, e perde documentos de inscrição para casamento coletivo no São João

    Duas motos e os suspeitos foram encaminhados para a Central de Polícia de Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

    Um casal foi assaltado quando se deslocava para fazer a inscrição no casamento coletivo no São João 2019 de Campina Grande, no início da manhã desta quarta-feira (27), no bairro de Bodocongó. Segundo informações da polícia, suspeitos armados estavam roubando motos no local. Um homem foi preso e um adolescente, de 17 anos, foi apreendido.

    De acordo com o relato do casal, eles estavam passando de moto pelo contorno de Bodocongó, próximo a igreja, quando foram abordados por três homens armados que os mandaram parar, pediram todos os pertences, capacetes e moto. Em seguida, mandaram o casal seguir sem olhar para trás.

    O casal ainda pediu os documentos, pois estavam com todos os originais e cópias para fazer a inscrição no casamento coletivo no São João 2019 de Campina Grande, que acontece apenas nesta quarta-feira. Os suspeitos disseram que depois jogariam em algum lugar, mas os documentos não foram encontrados.

    fonte g1pb

  • Acusado de planejar morte de radialista no RN rejeita defensora pública e júri é adiado pela quarta vez

    Por Anderson Barbosa, G1 RN

    Lailson Lopes, o 'Gordo da Rodoviária', destituiu advogado durante o júri em 2017. Nesta quarta, ele voltou a recusar defesa e recebeu voz de prisão — Foto: Michelle Rincon/Inter TV Cabugi

    Lailson Lopes, o ‘Gordo da Rodoviária’, destituiu advogado durante o júri em 2017. Nesta quarta, ele voltou a recusar defesa e recebeu voz de prisão — Foto: Michelle Rincon/Inter TV Cabugi

    Foi adiado, pela quarta vez, o júri popular unificado do ex-pastor evangélico Gilson Neudo Soares do Amaral e do comerciante Lailson Lopes, o ‘Gordo da Rodoviária’, que deveria ter ocorrido na manhã desta quarta-feira (27) no Fórum Desembargador Miguel Seabra Fagundes, em Natal. Os réus são acusados de planejar a morte do radialista Francisco Gomes de Medeiros, o F. Gomes – assassinado a tiros em 18 de outubro de 2010 na cidade de Caicó, na região Seridó potiguar. Uma nova data foi marcada: 15 de abril.

    Segundo o Tribunal de Justiça, o julgamento chegou a ser iniciado, mas Lailson Lopes se recusou a ser defendido pela Defensoria Pública e acabou recebendo voz de prisão. O caso é que, na última vez que o júri popular de ambos foi marcado, em julho de 2017, Lailson dispensou seu advogado e ficou sem defesa assim que a sessão começou. Diante da situação, não restou alternativa senão a magistrada adiar o júri, remarcando o julgamento para esta quarta.

    Porém, de lá para cá, Lailson não constituiu um novo advogado. Quando a sessão foi inciada nesta quarta, por não ter defesa, a juíza então nomeou uma defensora pública para defender o réu. E mais uma vez o comerciante voltou a recusar a defesa.

    Desta vez, no entanto, a juíza Eliana Alves Marinho puniu o comerciante com prisão preventiva, pois entendeu que ele está tentando tumultuar o processo. Agora, Lailson tem 5 dias para conseguir um novo advogado.

    O ex-pastor Gilson Neudo, que já aguarda o julgamento preso, voltou para o sistema prisional. Já o comerciante Lailson Lopes, saiu do Tribunal do Júri algemado e também foi conduzido para o sistema carcerário. Radialista F. Gomes foi morto em 2010, em Caicó — Foto: Sidney Silva/Cedida

    Radialista F. Gomes foi morto em 2010, em Caicó — Foto: Sidney Silva/Cedida

    O crime

    Francisco Gomes de Medeiros tinha 46 anos e trabalhava na rádio Caicó AM. Ele foi assassinado na noite de 18 de outubro de 2010, deixando mulher e três filhos. ‘F. Gomes’, como era mais conhecido, foi atingido por três tiros de revólver na calçada de casa, na rua Professor Viana, no bairro Paraíba, lá mesmo em Caicó. Vizinhos ainda o socorreram ao hospital da cidade, mas o radialista não resistiu aos ferimentos.

    Consórcio

    Segundo o Ministério Público, os acusados de participação na morte de F. Gomes fazem parte de um ‘consórcio’ de pessoas que se uniram com um propósito: eliminar o comunicador. Inicialmente, foram denunciados o mototaxista João Francisco dos Santos, mais conhecido como ‘Dão’, o comerciante Lailson Lopes, o ex-pastor Gilson Neudo, o advogado Rivaldo Dantas de Farias, o tenente-coronel da PM Marcos Antônio de Jesus Moreira e o soldado da PM Evandro Medeiros. Estes dois últimos não foram pronunciados e, consequentemente, acabaram excluídos do processo.

    Réus

    • Lailson Lopes

    O comerciante já sentou no banco dos réus pela morte do radialista, mas o júri acabou anulado. Foi no dia 12 de abril de 2014, quando Lailson foi condenado a 14 anos de prisão. Contudo, o MP recorreu da sentença com o objetivo de que a pena fosse aumentada. Os desembargadores então entenderam que, na verdade, deveria ocorrer outra sessão de júri, o que foi determinado. Assim, o júri acabou anulado.

    • Gilson Neudo

    O ex-pastor evangélico deveria ter sido julgado no dia 16 de março de 2016, mas o procedimento foi reagendado porque a defesa dele avisou que não poderia comparecer. No mês seguinte, o júri foi novamente adiado porque o réu desconstituiu o advogado de defesa. O fato obrigou o juiz Luiz Cândido Vilaça a decidir pelo adiamento. Depois, em razão do desaforamento (sendo o local do julgamento transferido de Caicó para Natal), o júri que estava agendado para o dia 16 de novembro foi remarcado para o dia 5 de julho de 2017. Depois, houve uma decisão de juntar os júris de Gilson Neudo e Lailson Lopes, e o julgamento foi remarcado para o dia 19 de julho, ocasião em que Lailson destituiu sua defesa e o júri unificado acabou adiado para esta quarta, 27 de março de 2019.

    • Rivaldo Dantas

    Também denunciado como mandante do crime, o advogado Rivaldo Dantas de Farias foi igualmente sentenciado a ir para o banco dos réus, mas aguarda em liberdade a Justiça definir uma data para o júri popular.

    • Dão

    O mototaxista João Francisco dos Santos, mais conhecido como ‘Dão’, admitiu ter puxado o gatilho. Como autor material do crime, ele foi condenado a 27 de prisão em regime fechado. O julgamento aconteceu no dia 6 de agosto de 2013. A defesa dele não recorreu da decisão. Depois de passar por várias unidades, ele atualmente cumpre pena no Presídio Federal de Mossoró, na região Oeste do estado.

    Fonte: G1

  • Operação Borracha da PC detém 9 pessoas suspeitas de roubo em CG

    Mais uma operação da Polícia Civil ocorrida ontem (26) em Campina Grande resultou na prisão de nove pessoas suspeitas de envolvimento com vários furtos e roubos na cidade. Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão e 20 de busca e apreensão.

    A PC encontrou em uma das residências 34 artefatos explosivos e dez munições calibre 12. O proprietário da casa não estava no momento da abordagem policial. A Operação Borracha investiga o ataque a um supermercado no bairro da Liberdade, que foi incendiado após um grupo armado ter tentado roubar o cofre do estabelecimento, em dezembro do ano passado, e outra ação praticada em fevereiro deste ano, contra uma transportadora de mercadorias, onde foram furtados mais de 700 aparelhos celulares.

    A PC descobriu que entre os detidos está um jovem de 20 anos, que teria participado das duas ações, como também o cumprimento de mandados de prisão contra dois homens, de 19 anos, que já se encontravam presos. Todo o material apreendido e as pessoas presas foram conduzidas para a Central de Polícia de Campina Grande.

    Fonte: PB Agora

  • Operação policial prende nove pessoas em Campina Grande

    Uma operação da Polícia Civil cumpriu nove mandados de prisão e 20 de busca e a preensão em Campina Grande.

    Um dos detidos é acusado de participar da invasão ao supermercado “Bom que Só” do bairro da Liberdade, que acabou pegando fogo após o ataque criminoso.

    Ele também é acusado de participar de um assalto e uma transportadora.

    Os policiais conseguiram apreender 34 explosivos e 10 munições.

    Fonte: Paraíba Online

    Foto: Reprodução/TVPB

  • Trote sobre ameaça de massacre na Unifacisa mobiliza PM em CG

    Um trote feito, segundo a polícia, por um estudante da Faculdade de Medicina Unifacisa, em Campina Grande, na tarde desta segunda-feira (25), mobilizou todo um aparato da Polícia Militar da Paraíba. Uma denúncia anônima informou que um estudante do quarto período faria naquela unidade de ensino o mesmo que aconteceu em uma escola no município de Suzano, no interior de São Paulo, quando dois ex-alunos invadiram o colégio armados e mataram cinco crianças e duas funcionárias.

    Áudios compartilhados descreviam o desespero dos alunos. Professores chegaram a orientar alunos que estavam em sala a trancarem as portas para evitar o pior

    “Tá todo mundo saindo, correndo, desesperado. Não estão deixando subir. Está todo mundo descendo pelo subsolo. O povo chorando, correndo”, dizia uma estudante em um dos áudios.

    “Saí de lá agora. A polícia está procurando um cara. Vários alunos tinham visto”, dizia outro.

    Conforme a polícia, o autor do trote, aluno da instituição, já foi identificado, e já está sendo interrogado pela autoridade policial. Nas postagens divulgadas nas redes sociais, a justificada dada para a ameaça seria de que o jovem sofreria bullyng na faculdade.

    VEJA OS PRINTS

     

    POSTAGEM EM GRUPOS PREOCUPOU ESTUDANTES

     

    Fonte: PB Agora

    Imagens: Whattsapp