Um homem foi preso nesta segunda -feira (22) , em João Pessoa, suspeito de praticar violência doméstica contra a ex-companheira. Welton Pereira de Souza foi preso em flagrante pela equipe da Delegacia de Atendimento à Mulher da Zona Sul da capital.
De acordo com a delegada Cláudia Germana, Welton foi autuado pela prática de ameaças, agressões físicas e danos contra o patrimônio de sua ex-companheira. Ainda segundo a delegada, o suspeito teria tentando incendiar a casa da vítima .
“Ele chegou a cortar a mangueira do botijão de gás e foi preciso acionar o Corpo de Bombeiros para evitar uma possível explosão” , acrescentou Cláudia Germana.
Welton foi autuado, submetido a exame de corpo de delito e levado para a carceragem da Central da Polícia Civil, em João Pessoa.
Era para ser uma espécie de clipe musical sobre o crime na Paraíba. Sete jovens estão com os rostos cobertos por panos brancos. Ao violão, um deles toca uma melodia roqueira. Três garotos, mais atrás, carregam facas e fazem movimentos de dança como se estivessem golpeando alguém. À frente, o vocalista nomeia a música: “Mago do Facão”.
A letra começa assim: “Pensamento eloquente me leva a mais um aviso / poder do crime fica cada vez mais infinito”. O refrão, por sua vez, explica quem é o protagonista do som: “Nossa união é massa em várias quebradas / fechamento forte / facção Okaida”.
O vídeo, gravado em uma prisão e publicado no YouTube em maio de 2017, mostra duas características da facção que hoje praticamente domina o crime paraibano: juventude e autopromoção em redes sociais.
Composta de jovens e adolescentes, a Okaida cresceu nos últimos anos: atualmente, domina vários municípios, expandiu seus braços para Pernambuco e conta com 6 mil membros “batizados” na Paraíba, segundo investigação do Ministério Público Estadual paraibano.
Como comparação, o Primeiro Comando da Capital (PCC), maior e mais poderosa facção do país, tinha pouco mais 30 mil “filiados” em 2017 – recentemente, o grupo fez uma campanha para aumentar seu “exército”.
Em outubro do ano passado, os “soldados” da Okaida deram outra demonstração pública de força: promoveram queimas de fogos de artifício para comemorar o aniversário da sigla em seis cidades da Paraíba, como João Pessoa, Campina Grande, Santa Rita e Guarabira. Vídeos da festa estão nas redes sociais e no YouTube.
Em bairros mais pobres da capital paraibana, a Okaida dita até um código de conduta para seus integrantes e moradores. As proibições são pintadas nos muros: não pode usar drogas na frente de crianças, roubar na comunidade, escutar som alto tarde da noite e andar de moto em alta velocidade.
A origem da Okaida
Direito de imagemREPRODUÇÃO/YOUTUBEImage captionEm vídeo no YouTube, jovens cantam música ‘Mago do Facão’, que faz referência ao poder da Okaida
Há histórias diferentes sobre a origem da facção. Okaida é uma forma abrasileirada do nome da rede terrorista que já foi comandada por Osama bin Laden, a Al-Qaeda. Mas a versão brasileira não tem nenhum aspecto religioso por trás.
O certo é que a quadrilha cresceu em paralelo com seu maior rival, a facção Estados Unidos, criada em meados dos anos 2000.
O conflito entre os dois grupos de criminosos já dura alguns anos nas ruas e nos presídios – e, ironicamente, emula a guerra empreendida pelos americanos contra o terrorismo.
No início dessa década, enquanto a Okaida dominava bairros de João Pessoa como a Ilha do Bispo, São José e Alto do Mateus, os membros dos Estados Unidos estavam presentes nas regiões de Mandacaru, Bola da Rede e Novais.
Os dois grupos também se diferenciam pelas tatuagens de seus integrantes, como registra uma dissertação de mestrado concluída em 2015 na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Feito pelo tenente-coronel Carlos Eduardo Santos, da Polícia Militar da Paraíba, o estudo mapeou os símbolos marcados na pele dos filiados às facções.
Quem é da Okaida costuma marcar a pele com palhaços ou com o personagem Chucky, do filme Brinquedo Assassino. Já os membros da Estados Unidos tatuam a bandeira americana ou o desenho de um peixe.
Nos últimos anos, porém, o crescimento da Okaida praticamente suplantou sua rival em número e força, ainda que a Estados Unidos continue ocupando alguns poucos bairros e pavilhões de cadeias de João Pessoa, segundo agentes de segurança.
A presença do PCC
Direito de imagemREUTERSImage captionNo início dos anos 2000, o PCC expandiu os negócios para outros Estados, como Rio Grande do Norte e Paraíba
A relação entre as duas facções locais tem forte influência de um elemento “forasteiro”: o PCC. Até 2010, a Okaida era mais próxima do grupo paulista, que fornecia parte da droga vendida nas ruas. Mas um assassinato, que teria sido cometido a mando do PCC sem o aval dos paraibanos, afastou os grupos e criou um antagonismo violento entre eles.
Nos anos seguintes, o grupo de São Paulo se aliou à Estados Unidos, aumentando o conflito local. A guerra foi promovida dentro e fora dos presídios com episódios de barbárie.
Segundo pesquisadores, desde o ínico da década passada, o PCC decidiu atuar no atacado e fornecer a droga para grupos menores venderem nas capitais.
“No início dos anos 2000, o PCC chegou nas fronteiras e conseguiu importar a droga, que ele repassa para aliados menores”, diz Bruno Paes Manso, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP) e um dos autores do livro A Guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil (Ed. Todavia).
A chegada dos paulistas no Nordeste e a maior oferta de drogas aumentaram rivalidades entre traficantes locais, avalia Paes Manso. “Como é um mercado ilegal, as disputas se dão pela força. E como o PCC também colocou armas na região, essa dinâmica produziu mais violência e assassinatos”, diz.
Na Paraíba, por exemplo, a taxa de homicídios cresceu bastante nesse período. Em 1996, o Estado registrava 19,2 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo o Atlas da Violência. Já em 2011, seu pico, o número chegou a 42,5 mortes por 100 mil habitantes.
No Rio Grande do Norte, que também enfrenta problemas com facções criminosas, o aumento foi mais dramático. Em 1996, o Estado registrava 9,4 assassinatos por 100 mil – em 2016, foram 53,3, alta de 466% em 20 anos.
Os jovens da Okaida
Direito de imagemACERVO/CORREIO DA PARAÍBAImage captionA Okaida listou seu código de conduta em um muro de João Pessoa
Um dos motores do crescimento da Okaida foi sua política de filiar menores de idade – embora a Estados Unidos também utilize adolescentes, seu aliado PCC evita batizá-los, segundo agentes de segurança da Paraíba.
“Os que se dizem integrantes de facções no nosso Estado são pessoas bastante jovens, inclusive admitindo-se adolescentes entre os faccionados”, diz o promotor Manoel Cacimiro Neto, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado) do Ministério Público da Paraíba.
Divergências com as “doutrinas” do PCC, aliás, explicam também a criação de outra facção nordestina, o Sindicato do Crime do Rio Grande do Norte. O grupo potiguar surgiu depois que criminosos questionaram a obrigação do PCC de submeter decisões a chefes em São Paulo.
Essa presença massiva da juventude nas facções do Nordeste tem impacto negativo no índice de homicídios dessa faixa etária – são eles as maiores vítimas dos conflitos.
Segundo o Atlas da Violência, que reúne dados até 2016, a taxa de mortes violentas entre jovens paraibanos de 15 a 29 anos chegou a 70,4 pessoas por grupo de 100 mil habitantes. Embora o número seja considerado muito alto, ainda é menor que os de Estados vizinhos, como Ceará (87,6) e Pernambuco (105,3) – a média nacional é 65.
No Rio Grande do Norte, cuja quadrilha Sindicato do Crime também aposta no aliciamento de jovens e adolescentes, o índice de assassinatos entre eles chega a 125,5 por 100 mil habitantes – alta de 734% em 20 anos.
Rede de facções
Segundo Marcelo Gervásio, presidente da Associação dos Agentes Penitenciários da Paraíba, os maiores presídios do Estado têm alas separadas para integrantes da Okaida, Estados Unidos e PCC, mas a primeira ganha em número.
“Essa divisão ocorre para garantir uma certa segurança do preso”, afirma.
Direito de imagemAFPImage captionNo presídio de Alcaçuz, na região metropolitana de Natal, ao menos 26 presos da facção Sindicato do Crime foram mortos por integrantes do PCC
Do lado de fora das prisões, a Okaida se aliou ao Sindicato do Crime em uma rede de facções que se contrapõem à presença do PCC no Norte e no Nordeste – também fazem parte o Comando Vermelho, do Rio, e a Família do Norte, que atua na região amazônica.
Essa divisão causou três massacres de presos em cadeias da região em 2017 – os dois primeiros em Manaus e Boa Vista. O último ocorreu no presídio de Alcaçuz, na Grande Natal – ao menos 26 homens ligados ao Sindicato do Crime foram mortos por detentos do PCC. O motim seria uma vingança pelo ataque em Manaus, quando dezenas de integrantes da facção paulista foram assassinados por membros da Família do Norte.
Segundo o promotor Manoel Cacimiro Neto, do Gaeco, essa rede anti-PCC consegue abastecer a região com drogas e armas vindas de países fronteiriços, como Colômbia e Bolívia.
Já o delegado Braz Morroni, ex-chefe da delegacia de narcóticos da Paraíba, aponta que a Okaida também consegue carregamentos oriundos do chamado “polígono da maconha”, região de Pernambuco conhecida por produzir grandes quantidades de cannabis.
Para o deputado estadual paraibano Walber Virgolino (Patriotas), que foi secretário de Administração Penitenciária da Paraíba e do Rio Grande do Norte, um dos principais objetivos das facções locais é impedir que o PCC domine o tráfico de drogas na região. “Hoje, o PCC só não tem o controle da Paraíba por causa da Okaida”, diz o parlamentar, hoje na oposição ao governador João Azevedo (PSB).
A ‘nova doutrina’
Há pouco mais de um ano, houve uma cisão na Okaida. Integrantes ficaram descontentes com o então chefe do grupo, o detento André Quirino da Silva, conhecido como Fão.
“Alguns membros ficaram muito irritados com a violência praticada por esse líder. Fão mandava matar pessoas da própria facção”, diz Braz Morroni, hoje titular da delegacia de roubos e furtos.
Surgiu uma dissidência chamada Okaida RB (iniciais dos apelidos de presos conhecidos como Ro Psicopata e Betinho, criadores do novo grupo). Rapidamente, a nova facção ganhou milhares de adeptos (6 mil, segundo o Ministério Público), assumindo a maior parte do poder da antiga.
Embora a Okaida RB ainda seja inimiga declarada do PCC, ela passou a seguir parte de suas “doutrinas”, segundo Morroni. A nova estratégia, que inclui ditar um código de conduta nos bairros, tenta diminuir os assassinatos e roubos próximos de pontos de venda de droga – com isso, a facção evita a presença da polícia.
“O foco são os negócios e não mais a violência extrema. Antigamente, dívidas de tráfico eram punidas com a morte. Hoje, a Okaida negocia outras formas de pagamento “, afirma o delegado.
Para o promotor Manoel Cacimiro Neto, a Okaida “não possui uma estrutura hierarquizada rígida, a exemplo do PCC”. Ou seja, apesar de existirem chefes com maior influência, a facção “pulverizou” o poder em vários territórios, segundo Neto.
Direito de imagemANDRESSA ANHOLETE/AFP/GETTY IMAGESImage captionOs muros do presídio de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, mostram diversas siglas de facções: PCC, Sindicato do Crime, Família do Norte e Comando Vermelho
A expansão
A ascensão da Okaida coincide com uma sequência de quedas dos homicídios na Paraíba. Segundo o Anuário Brasileiro da Segurança Pública, que compila dados das secretarias estaduais da área, o Estado registrou 1.286 assassinatos em 2017 – baixa de 16,7% em relação a 2014.
Segundo especialistas, boa parte da queda está relacionada ao programa de redução de homicídios do governo estadual, o “Paraíba Unida pela Paz”, que conseguiu diminuir a taxa de homicídios para 31,9 mortes a cada 100 mil habitantes em sete anos.
Por outro lado, a Okaida expandiu seus braços para outros cidades paraibanas. A facção atua em muncípios como Cachoeira dos Índios e Campina Grande, a segunda maior cidade do Estado.
Reportagem do jornal Correio da Paraíba mostrou que vários bairros da periferia de Campina Grande já estão ocupados pelo grupo criminoso – em um deles, por exemplo, integrantes da facção têm o controle até das chaves de uma escola pública.
Ao sul, células da Okaida também foram desmontadas pela polícia em cidades de Pernambuco.
Image captionTanto a Paraíba quanto Pernambuco enfrentam superlotação em seus presídios
Em março do ano passado, uma operação da Polícia Civil descobriu que integrantes da Okaida estavam organizando roubos e o tráfico de drogas em Camutanga, município na zona da mata pernambucana. Outra célula foi descoberta neste mês em Afogados, bairro do Recife.
Os presídios pernambucanos também têm presença de integrantes da Okaida, segundo João Carvalho, presidente do sindicato dos agentes penitenciários local. “Nas cadeias de Pernambuco, a força das facções se divide entre PCC, Okaida e Comando Vermelho”, diz.
Os presídios e o que dizem os governos
Tanto a Paraíba quanto Pernambuco têm superlotação em suas cadeias. Aliada à precariedade estrutural dos espaços, o aumento exponencial da massa carcerária facilita, em tese, o aliciamento de novos “soldados” pelas facções criminosas.
Segundo o Conselho Nacional de Justiça, a Paraíba apresenta um déficit de 5.430 vagas no sistema carcerário – no total, o Estado tem 13.189 presos. O governo diz que tem investido na criação de novos presídios.
Já Pernambuco tem 32.884 detentos para 11.689 vagas – déficit de mais de 21 mil. O governo de Paulo Câmara (PSB) afirma que “criou nos últimos quatro anos 2.374 vagas nos presídios” para diminuir a superlotação.
Sobre a expansão da Okaida, o governo da Paraíba diz que programas estaduais de redução da violência têm dado certo. “O resultado foi a queda de crimes contra a vida durante sete anos consecutivos no Estado e também nos primeiros três meses de 2019.”
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não registrou mortes nas BRs que cortam a Paraíba durante a Semana Santa. O balanço ainda não foi divulgado, mas a PRF comemora os números abaixo do que ocorreu em 2018 quando seis pessoas morreram e 19 ficaram feridas no mesmo período.
“O objetivo é evitar número de mortes. Saber que não existiu nenhum registro de óbito para nós já é um motivo para comemorar”, disse o inspetor da PRF Walter Mota.
De acordo com o inspetor, a intensificação na fiscalização com a utilização de radares móveis pode ter contribuído para a redução de acidentes já que esse ano foram retirados das rodovias os redutores que multam veículos que trafegam acima da velocidade permitida.
“Desde o início da operação flagramos alguns veículos e paramos algum deles. Talvez isso tenha inibido os motoristas com a ampla divulgação desses fatos e da fiscalização contra o uso da bebida alcoólica ao volante”, destacou.
Uma mulher foi baleada na noite deste domingo (21), com um tiro na cabeça no município de Esperança, na Paraíba. Lucicláudia Apolinária da Silva, de 29 anos, estava na Paraíba há cerca de 15 dias, após uma viagem e estaria sofrendo ameaças.
De acordo com a Polícia Militar, dois homens em uma moto teria atirado contra a vítima.
Ela foi socorrida em estado grave para o Hospital de Trauma de Campina Grande.
O crime está sendo investigado. Até o momento ninguém foi preso.
O homem preso suspeito de matar a companheira e simular um afogamento, em setembro de 2018, em João Pessoa, foi encontrado morto dentro de uma cela, na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, o presídio do Róger, neste domingo (21). De acordo com a Polícia Civil, Vinicius Gabriel estava sozinho na cela e foi encontrado com o lençol amarrado no pescoço.
Ao lado do corpo, Vinícius deixou um bilhete dizendo que era inocente e que não havia matado a esposa. Ele foi preso no dia 17 de setembro de 2018, dias após a morte. De acordo com a Polícia Civil, uma das suspeitas é de que o caso esteja ligado a um seguro de vida de cerca de R$ 400 mil, uma vez que, aproximadamente duas horas após o corpo da vítima ter sido encontrado, Vinícius já havia ligado para a seguradora.
Exames concluíram que Natália Donato, de 28 anos, sofreu uma pancada na cabeça antes de morrer. Quando o corpo dela foi encontrado, Vinícius contou à polícia que a correnteza do mar estava muito forte e que ainda tentou tirá-la da água, mas não conseguiu. O corpo foi encontrado a cerca de dois quilômetros do local onde ela havia desaparecido.
Dois detentos foram encontrados mortos na noite deste domingo (21), em uma das celas Alpha do Presidio Desembargador Flósculo da Nóbrega, no Róger em João Pessoa.
De acordo com as primeiras informações um dos mortos foi encontrado enforcado e o outro teria sido de morte natural.
Uma das vítimas seria o motorista que atropelou e matou o motoboy Marcos dos Santos Ferreira, de 52 anos, na última quinta-feira (18), na Avenida Cruz das Armas.
A direção do presídio ainda não se pronunciou sobre as mortes.
Uma mulher de 25 anos foi autuada em flagrante ao tentar entrar com drogas escondidas dentro do sutiã, em um presídio da cidade de Cajazeiras, no Sertão paraibano.
De acordo com a Polícia, a droga estava escondida dentro do forro da peça íntima, que ela estava usando, e só foi descoberta quando passou pelo aparelho de ‘raio-x’, no procedimento de revista.
A acusada tinha ido visitar um detento e, após o flagrante, recebeu voz de prisão. Ela foi encaminhada para a delegacia de Polícia Civil.
A Polícia Militar prendeu em flagrante um suspeito que estava portando duas armas de fogo, na tarde deste sábado (20), em um mercadinho no bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa. No local, a dona do estabelecimento também foi detida, porque estava com uma carga de cigarros sem nota fiscal.
Policiais da Companhia de Choque receberam a indicação da Coordenadoria de Inteligência (COInt) da PM de que um homem estava armado, fazendo a segurança de uma carga de cigarros contrabandeados em um mercadinho no bairro de Cruz das Armas.
A equipe foi até o local e prendeu um homem de 50 anos, que estava portando uma pistola calibre .40, três carregadores com 45 munições, e um revólver calibre 38, com 12 munições.
Com a proprietária do estabelecimento, de 37 anos, foram encontrados 192 maços de seda e 176 maços de cigarros. Segundo os policiais, a mulher detida já tem passagem pelo mesmo crime, contrabando de cigarros.
Os suspeitos, as armas e o material apreendido foram levados para a Central de Flagrantes no bairro do Geisel.
Um homem foi preso por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) suspeito de ameaçar o próprio filho e tentar agredi-lo com uma faca.
O caso aconteceu na noite deste sábado (20), no Bairro Bela Vista, em Guarabira, onde segundo denúncias de testemunhas, o suspeito, com sinais de embriaguez, estava criando desordem na própria residência.
O filho tentou intervir pedindo que o pai parasse, então ele pegou uma faca e tentou atingi-lo, mas o jovem conseguiu correr. Rapidamente, os policiais militares conseguiram chegar ao local e prender o suspeito que, em seguida, foi conduzido juntamente com as partes envolvidas, para a Delegacia de Polícia Civil.
Um adolescente foi apreendido, nesta quinta-feira (18), suspeito de estar envolvido no tiroteio que causou a morte de uma menina de seis anos, no distrito de Várzea Nova, em Santa Rita, conforme a Polícia Militar. Segundo a família, Joyce tinha saído da casa da avó para comprar um “din-din” (sorvete de saquinho), quando foi atingida por um disparo, na noite da quarta-feira (17).
Segundo o tenente-coronel Pablo, comandante do 7º Batalhão de Polícia Militar, o adolescente, que tem 16 anos, relatou que a troca de tiros aconteceu após duas pessoas, que já foram identificadas pela PM, se aproximarem dele para matá-lo.
Ainda conforme o tenente-coronel, o adolescente prestou depoimento na manhã desta quinta-feira e inicialmente negou que estivesse com a arma, contudo, o revólver foi encontrado e apreendido na casa em que ele mora. O material deve ser analisado para verificar se foi a arma utilizada no crime.
A PM informou que chegou até o suspeito após a equipe de inteligência receber informações sobre quem seriam os envolvidos no tiroteio. O adolescente e a arma foram encaminhados para a 6ª Delegacia Distrital de Santa Rita.