Categoria: Notícias

  • Defesa Civil Municipal orienta e atende população que está sem água

    A Defesa Civil Municipal está trabalhando no atendimento e orientação a população campinense que está sem água desde o último sábado. Além da fiscalização dos carros pipas que estão circulando na cidade, com o objetivo de verificar a procedência da água. Na manhã desta quinta-feira, dia 21, o motorista de um caminhão irregular teve que retirar o adesivo de água potável.

    O coordenador de Defesa civil, Ruiter Sansão, informa que o órgão está contactando com Associação de Moradores e Clubes de Mães com o objetivo de registrar fatos referentes a falta d’água.imagem

    Ele acrescentou que, “o profissional da Defesa Civil verifica in loco, a real situação. Alguns bairros, parcialmente, tem água na torneiras; entretanto, áreas mais elevadas não são abastecidas. Por esta razão, as comunidades de um mesmo bairro informam o retorno do abastecimento e outros reclamam s falta d’água”.

    Todos os dados obtidos pela Defesa Civil são repassados de imediato aos órgãos do sistema de Defesa Civil, responsáveis pelo abastecimento alternativo – via caminhão pipa.imagemA orientação da Defesa Civil Municipal é que a população prejudicada ligue para o 199 e informe qual o bairro que está sem água, para que se possa checar, junto a Cagepa, quais as razões de não atendimento.

    Ruiter esclarece que entre os caminhões contratados pelo poder público e, também, contratados por particulares, ultrapassam 100 veículos.imagemA Secretaria de Saúde, através da Vigilância Sanitária está coletando água desses caminhões, para analisar o grau de Potabilidade da Água. o que é muito importante.

    Ruiter Sansão destaca como fundamental, a população anotar a placa do caminhão que está atendendo a comunidade, se possivel faça o registro fotográfico e encaminhe a Defesa Civil para que se saiba a procedência da água e se evite um mal maior para a saúde dos campinenses.imagemO Corpo de Bombeiros está responsável pela distribuição de água nos hospitais da cidade.

    Fonte: Codecom
  • Secretaria de Saúde informa sobre serviços suspensos por falta d’água

    A Secretaria de Saúde de Campina Grande está trabalhando para garantir a execução dos serviços de saúde pública no município, mesmo diante do desabastecimento de água que o município atravessa. A prioridade tem sido a de assegurar o funcionamento dos serviços essenciais e contínuos. Com isso, os serviços de atenção básica e de baixa complexidade podem sofrer suspensão.

    Algumas Unidades Básicas de Saúde e Centros de Saúde precisaram interromper os procedimentos por falta de abastecimento. Outras unidades estão funcionando parcialmente, com a suspensão apenas de alguns atendimentos específicos que demandam o uso de água. Para não comprometer o acesso dos moradores aos serviços, a Direção de Atenção à Saúde (DAS) está buscando manter em funcionamento unidades em todos os dez distritos sanitários do município.imagemAlém da atenção básica, o esforço maior é para subsidiar os hospitais. A Secretaria dispõe de três caminhões-pipa para abastecer toda a rede hospitalar e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), as Residências Terapêuticas, os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), a Rede de Imunização, o SAE (Serviço de Assistência Especializada) e outros serviços também estão recebendo abastecimento para permanecer operando.

    Confira a lista de unidades com serviços suspensos:imagemUBS Porteira de Pedra
    UBS José Aurino Barros
    UBS Tambor II (funcionando parcialmente)
    Centro Saúde do Catolé
    UBS Malvinas I
    UBS Malvinas II
    UBS Malvinas IV
    UBS Rocha Cavalcante
    UBS Jardim Verdejante
    UBS Cidades I
    UBS Cidades II
    UBS Ramadinha ll
    UBS Adriana Bezerra
    UBS São Januário ll
    UBS Ressurreição (funcionando parcialmente)
    UBS Severino de Sousa Costa (funcionando parcialmente)
    UBS Liberdade III (funcionando parcialmente)
    UBS Quarenta (funcionando parcialmente)
    UBS Catolé de Zé Ferreira
    UBS Novo Horizonte (funcionando parcialmente)
    UBS Romualdo Brito de Figueiredo
    UBS Adalberto César
    UBS Raimundo Carneiro
    UBS Bodocongó
    UBS Mutirão
    UBS São Januário ll
    Centro de Saúde da Bela Vista
    UBS Ricardo Amorim
    UBS Colibri
    UBS Bem-te-vi
    UBS Catingueira
    UBS Ronaldo Cunha Lima
    UBS Velame
    UBS Monte Santo
    UBS Araxá
    UBS Jardim América I e II
    UBS Jardim Tavares
    UBS Wesley Targino
    UBS Campos Sales
    UBS Francisco Brasileiro
    UBS Tota Agra
    UBS Antônio Arruda
    UBS Jocel Fechine

    Fonte: Codecom
  • Temer recebeu R$ 1 milhão em propina, afirma MPF

    O ex-presidente da República Michel Temer, preso nesta quinta feira, 21, recebeu R$ 1,091 milhão em propina da Engevix por meio de uma empresa controlada pelo coronel João Baptista Lima Filho, seu amigo pessoal, segundo afirmou a Força-Tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro no pedido de prisão autorizado pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

    Segundo os investigadores, a propina foi paga no final de 2014 com transferências da empresa da Alumi Publicidades para a empresa PDA Projeto e Direção Arquitetônica, controlada por Lima. Para justificar as transferências de valores, foram simulados contratos de prestação de serviços da empresa PDA para a empresa Alumi.

    Presidente Michel Temer durante evento no Palácio do Planalto, em Brasília 5/06/ 2018. REUTERS/Adriano Machado
    Presidente Michel Temer durante evento no Palácio do Planalto, em Brasília 5/06/ 2018. REUTERS/Adriano Machado

    Foto: Adriano Machado / Reuters

    Foram presos nesta quinta-feira Temer, o Coronel Lima, o ex-ministro de Minas e Energia Moreira Franco, a arquiteta Maria Rita Fratezi, Carlos Alberto Costa, Carlos Alberto Costa Filho, Vanderlei de Natale e Carlos Alberto Montenegro Gallo – este último ligado à Construtora. Além disso, há a prisão temporária de Rodrigo Castro Alves Neves e Carlos Jorge Zimmermann.

    Para justificar as prisões, o MPF afirmou que os fatos “apontam para a existência de uma organização criminosa em plena operação, envolvida em atos concretos de clara gravidade”.

    A filha de Temer, Maristela, também foi alvo da operação. No caso, foi determinada busca e apreensão nos endereços dela e do almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva – que foi preso na primeira fase da investigação sobre a Eletronuclear.

    Na operação Radioatividade foi identificada organização criminosa que atuou na construção da usina nuclear de Angra 3, praticando crimes de cartel, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais e fraudes à licitação.

    Nos processos relacionados à mencionada operação houve a condenação de, dentre outros, Othon Luiz Pinheiro da Silva, Ana Cristina da Silva Toniolo e José Antunes Sobrinho, por diversos fatos, inclusive lavagem de dinheiro em razão de repasses embasados em contratos fictícios da Engevix Engenharia e Link Projetos.

    Segundo o MPF, são apurados crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro, em razão de possíveis pagamentos ilícitos feitos por determinação de José Antunes Sobrinho para o grupo criminoso liderado por Michel Temer, bem como de possíveis desvios de recursos da Eletronuclear para empresas indicadas pelo referido grupo.

    Para a execução do mencionado serviço, a Eletronuclear contratou a empresa AF Consult Ltd, que se associou às empresas AF Consult do Brasil e Engevix. A empresa AF Consult do Brasil conta com a participação da empresa finlandesa AF Consult Ltd e Argeplan, que, conforme as investigações revelaram, está ligada a Michel Temer e ao Coronel Lima.

    Em razão de a AF Consult do Brasil e a Argeplan não terem pessoal e expertise suficientes para a realização dos serviços, houve a subcontratação da Engevix. No curso do contrato, conforme apurado, Coronel Lima solicitou ao sócio da empresa Engevix o pagamento de propina, em benefício de Michel Temer.

    Defesas

    O advogado Eduardo Carnelós, que defende Michel Temer, afirmou que a prisão do ex-presidente “é uma barbaridade”.

    O MDB, por meio de nota, “lamenta a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte do ex-presidente da República, Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco. O MDB espera que a Justiça restabeleça as liberdades individuais, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e o direito de defesa”.

    A reportagem está tentando ouvir os outros envolvidos na operação deflagrada nesta quinta-feira. O espaço está aberto para as manifestações.

    Fonte: Estadão conteudo

  • Deputados da esquerda criticam prisão de Temer e Moreira

    Antes opositores do ex-presidente Michel Temer, representantes da esquerda foram ao Plenário da Câmara dos Deputados criticar a prisão do emedebista. O MDB divulgou nota lamentando a prisão de Temer e do ex-ministro Moreira Franco, que também foi alvo da operação autorizada pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava Jato no Rio.

    Temer fala com Moreira Franco durante cerimônia em Brasília no ano passado 04/04/2018 REUTERS/Ueslei Marcelino
    Temer fala com Moreira Franco durante cerimônia em Brasília no ano passado 04/04/2018 REUTERS/Ueslei Marcelino

    Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

    A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) usou a tribuna para falar que não se podia comemorar a prisão de ninguém. “Nós não podemos defender uma prisão. Respeitamos as garantias constitucionais de todos os brasileiros”, afirmou.

    Já o deputado federal João Daniel (PT-SE) defendeu a aprovação do projeto contra o abuso de autoridade, visto pela Lava Jato como uma tentativa de intimidar juízes e procuradores que investigam casos de corrupção envolvendo a classe política. “A Câmara tem o dever de aprovar o projeto que nenhuma autoridade esteja acima. Por isso, a Casa tem que aprovar o projeto contra o abuso de autoridade.”

    Fonte: Estadão

  • Ex-presidente Michel Temer é preso em São Paulo

    ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito que apura ataques e notícias falsas contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), designou nesta quarta-feira, 20, os delegados que irão atuar no caso, cuja investigação foi aberta pelo presidente da Suprema Corte, ministro Dias Toffoli, na semana passada.

    Como Moraes havia adiantado nesta terça-feira, 19, as investigações terão o auxílio da Polícia Civil de São Paulo, com um delegado da divisão de inteligência da corporação. Da Polícia Federal, atuará um delegado especializado em repressão a crimes fazendário

    Ministro Alexandre de Moraes durante sessão da Primeira Turma do STF. (19/03/2019)
    Ministro Alexandre de Moraes durante sessão da Primeira Turma do STF. (19/03/2019)

    Foto: Carlos Moura/ / SCO/STF

    No despacho, o ministro especifica o escopo da investigação, e oficializa que o inquérito apura também o vazamento de informações e documentos sigilosos, com o intuito de “atribuir ou insinuar a prática de atos ilícitos” por membros da Suprema Corte, por parte daqueles que tem o dever legal de preservar o sigilo, explica Moraes. O ministro não cita o Fisco na decisão, no entanto, recentemente, a Corte se voltou contra vazamentos de análises da Receita Federal que citavam ministros dos tribunais superiores, como Gilmar Mendes.

    Moraes também aponta que o inquérito investiga a existência de esquemas de financiamento e divulgação em massa nas redes sociais que tenham o objetivo de lesar a independência do Poder Judiciário, como o ministro já havia dito ontem a jornalistas.

    O despacho confirma que a Polícia de São Paulo irá auxiliar nas investigações, junto da Polícia Federal. Para tanto, Moraes designou o delegado federal Alberto Ferreira Neto, chefe da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Fazendários, e o Delegado Maurício Martins da Silva, da Divisão de Inteligência do DIPOL-SP para trabalhar no inquérito.

    Fonte: Estadão

  • Ibope: aprovação de Bolsonaro desaba 15 pontos desde a posse

    RODRIGO BORGES DELFIM SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A avaliação positiva do governo de Jair Bolsonaro (PSL) na Presidência da República caiu 15 pontos percentuais desde o começo do mandato, segundo levantamento do Ibope divulgado nesta quarta-feira (20).

    De acordo com o instituto, 34% dos brasileiros consideram o governo Bolsonaro ótimo ou bom –esse número era de 49% em janeiro e de 39% em fevereiro.

    Ao mesmo tempo, o percentual dos que avaliam o atual governo como ruim ou péssimo aumentou 13 pontos percentuais: de 11% em janeiro para 24% em março.

    Outros 34% consideram a gestão Bolsonaro regular, enquanto 8% não souberam ou preferiram não responder à pesquisa do instituto.

    O Ibope fez 2.002 entrevistas entre os dias 16 e 19 de março, com brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

    Os números do instituto apontam que a avaliação positiva do governo Bolsonaro (34%) é a mais baixa em um princípio de gestão (até março) na comparação com os últimos três presidentes.

    Em seu primeiro mandato, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tinha 41% de aprovação, enquanto Lula (PT) alcançava 51% e Dilma Rousseff (PT), 56%.

    Considerando também o segundo mandato presidencial na conta, a avaliação do atual governo só é superior às do início da segunda gestão de FHC (22%) e de Dilma (12%).

    Além da avaliação do governo, o instituto também fez perguntas sobre o desempenho do próprio presidente.

    A aprovação de Bolsonaro neste caso também mostra declínio nos primeiros meses de mandato –de 67% em janeiro para 57% em fevereiro e 51% em março. Já os que desaprovam o presidente foram de 21% em janeiro para 38% em março. Em fevereiro o índice era de 31%.

    A confiança do brasileiro no presidente, que era de 62% em janeiro, também sofreu abalo. Segundo o Ibope, ela caiu para 55% em fevereiro e chegou a 49% em março. Já os que não confiam passaram de 30% para 44% de janeiro a março.

    Considerando apenas o levantamento de março do Ibope, Bolsonaro tem sua melhor avaliação pessoal (61%) entre evangélicos e moradores das regiões Norte e Centro-Oeste.

    Os entrevistados que moram no Nordeste e em municípios com mais de 500 mil habitantes (53% em cada segmento) são os que mais declaram não confiar no presidente.

    Fonte: Folha press

    Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

  • Prefeito assina decreto de calamidade pública para agilizar envio de carros-pipa

    O prefeito Romero Rodrigues (PSDB) vai assinar hoje (21) um decreto de calamidade pública para agilizar o envio de caminhões-pipa para abastecer a parte da população campinense que ainda está sem água, sem que seja necessário realizar uma licitação.

    Romero está reunido com o vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (Progressistas), com secretários municipais e a Defesa Civil para montar um plano de ação e minimizar os efeitos da falta d’água.

    Com isso, ele vai liberar cisternas na cidades e poços artesianos para socorrer a população.

    Na manhã desta quinta-feira (21), após seis dias sem água em vários bairros de Campina, os vereadores Alexandre do Sindicato (PHS) e Antônio Alves Pimentel (PSD) informaram que vão “entrar com um requerimento de urgência, na Câmara Municipal solicitando esse decreto de calamidade pública”.

    Moradores de diversos bairros estão apelando nas rádios da cidade aos vereadores e ao Governo do Estado, além de órgãos como OAB e empresários, que tomem providências, pois alguns moradores já estariam consumindo água imprópria.

    Fonte: Codecom

  • Presidente da Câmara desqualifica Moro: “funcionário do presidente Bolsonaro”

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), desqualificou o projeto anticrime apresentado pelo ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), dizendo que o texto é um “copia e cola” de proposta sobre o mesmo tema que foi apresentada no passado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    Demonstrando irritação com o ministro, Maia o chamou de “funcionário do presidente Jair Bolsonaro” e disse que ele “está confundindo as bolas”.

    A fala de Maia ocorre após Moro lamentar, em declarações nesta quarta (20), da dificuldade de tramitação de seu conjunto de medidas para conter o crime organizado, corrupção e delitos violentos –principal ação do ex-juiz desde que deixou a Operação Lava Jato para ingressar no governo Jair Bolsonaro (PSL).

    O pacote de Moro foi apresentado no dia 4 de fevereiro, tendo sido desmembrado semanas depois para facilitar no Congresso a análise de pontos menos polêmicos –como a criminalização do caixa dois.

    Na semana passada, Maia travou a tramitação do projeto. Em despacho na quinta (14), o presidente da Câmara determinou a criação de um grupo de trabalho para analisar o pacote e duas outras propostas correlatas que já tramitavam na Câmara.

    Como o grupo de trabalho tem o prazo de 90 dias para debater as matérias, na prática Maia suspendeu momentaneamente a análise da maior parte do pacote legislativo do ministro da Justiça.

    Nesta quarta, Moro lamentou a medida.

    “O desejo do governo é que isso desde logo fosse encaminhado às comissões para os debates”, disse Moro durante o lançamento da Frente Parlamentar da Segurança Pública. Ele afirmou conversando com Maia sobre o tema e que “decisões relativas ao Congresso Nacional dependem” dos parlamentares.

    Mais tarde, quando lhe foi perguntado de o ministro estava interferindo nos trabalhos da Câmara, Maia comentou: “O funcionário do presidente Bolsonaro? Ele conversa com o presidente Bolsonaro e se o presidente Bolsonaro quiser ele conversa comigo. Eu fiz aquilo que eu acho correto [sobre a proposta de Moro]. O projeto é importante, aliás, ele está copiando o projeto direto do ministro Alexandre de Moraes. É um copia e cola. Não tem nenhuma novidade, poucas novidades no projeto dele”, disse.

    O deputado disse ainda que o projeto prioritário é o apresentado por Moraes, quando ele era ministro da Justiça, ainda no governo de Michel Temer.

    Segundo Maia, a votação do pacote se dará no futuro, após a Casa analisar a reforma da Previdência, considerada crucial para o governo Bolsonaro.

    O deputado negou estar irritado com Moro, mas disse que o ministro da Justiça “conhece pouco a política”.

    “Eu sou presidente da Câmara, ele é ministro funcionário do presidente Bolsonaro. O presidente Bolsonaro é quem tem que dialogar comigo. Ele está confundindo as bolas, ele não é presidente da República, ele não foi eleito para isso. Está ficando uma situação ruim para ele. Ele está passando daquilo que é a responsabilidade dele. Ele nunca me convidou para perguntar se eu achava que a estrutura do ministério estava correta, se os nomes que ele estava indicando estavam corretos”, afirmou.

    O presidente da Câmara ironizou Moro, insinuando que o ministro busca destaque na imprensa ao querer aprovar a proposta apresentada.

    “O projeto vai andar no momento adequado, ele pode esperar para ter um Jornal Nacional, um Jornal da Band, ou da TV Record, ele pode esperar.

    Desde que foi lançado, o texto de Moro sofreu críticas de parlamentares e de juristas, o que levou o ministro a realizar mudanças na sua redação e a fatiá-lo para facilitar sua tramitação no Congresso.

    No entanto, a constituição do grupo de trabalho por Maia é o maior entrave criado até o momento para o seu avanço na Câmara, principalmente porque Moro vinha defendendo que o tema deveria ser tratado de forma prioritária.

    O pacote anticrime foi encaminhado ao Congresso Nacional em três projetos diferentes. A decisão de Maia alcança o principal deles, que promove o maior número de alterações. Ficaram de fora do grupo de trabalho a proposição que criminaliza o caixa dois e a que trata das competências da Justiça comum e da Justiça Eleitoral.

    Em tese, estes dois projetos podem continuar tramitando, mas ainda não houve despacho do presidente da Câmara para que eles avancem.

    Maia também criticou a relação do governo Bolsonaro com o Congresso e as declarações do presidente de que os parlamentares fazem “pressão por cargos”.

    “Eu acho engraçado. Quando dizem que o Parlamento quer indicar alguém no governo é toma lá da cá. Quando eles querem indicar relator aqui e interferir no processo legislativo não é toma la da cá?”, respondeu, demonstrando irritação.

    Maia, principal articulador da reforma da Previdência, disse que é preciso que o governo decida qual relação quer ter com o Legislativo.

    “Se você não quer que o Parlamento governe junto, vamos manter a independência. Se você quer governar junto, vamos manter a harmonia”, afirmou o deputado.

    Fonte: Foilha Press

    Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

  • Mantida condenação contra ex-prefeitos do Sertão da Paraíba

    A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) manteve a sentença que condenou os ex-prefeitos de Salgadinho, Luciano Morais da Silva e Damião Balduíno da Nóbrega, pela prática de improbidade administrativa. A relatoria das Apelações Cíveis foi do desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. O acórdão do julgamento foi publicado na página 6 do Diário da Justiça eletrônico do TJPB desta segunda-feira (18).

    Luciano Morais da Silva renunciou ao cargo de prefeito em março de 2004, quando o então vice-prefeito Damião Balduíno da Nóbrega assumiu a Prefeitura.

    TCE detectou irregularidades em 2004

    De acordo com o Ministério Público, durante o exercício de 2004 foram detectadas uma série de irregularidades pelo  Tribunal de Contas do Estado (TCE), dentre elas a ordenação de despesa sem autorização legal, dispensa indevida de processo licitatório e inaplicabilidade do mínimo constitucional exigido com ações e serviços públicos de saúde.

    Na sentença, o Juízo de 1º Grau aplicou aos ex-gestores as seguintes penalidades: proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos, suspensão dos direitos políticos por cinco anos e ressarcimento integral do dano apurado.

    Ex-gestores recorreram

    Inconformados com a decisão, os dois apelaram ao Tribunal de Justiça, alegando, preliminarmente, a nulidade processual por falta de citação do Município de Salgadinho, bem como o cerceamento do direito de defesa pelo julgamento antecipado da lide, ressaltando a necessidade de produção de prova testemunhal. No mérito, defenderam a ausência de comprovação de dano ao erário.

    O relator, desembargador Oswaldo Filho, rejeitou as preliminares e, no mérito, ressaltou que restou caracterizado o dolo na conduta dos ex-gestores, devendo a sentença ser mantida em todos os termos.

    Fonte: Portal Correio

  • UFCG oferta 100 vagas para cursinho pré-vestibular em Cajazeiras

    Inscrições serão realizadas de 20 a 22 de março 

    Começam nessa quarta-feira, dia 20, as inscrições para o Pré-Vestibular Solidário (PVS 2019) do campus Cajazeiras da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). São oferecidas 100 vagas para alunos que tenham concluído o Ensino Médio até o ano de 2018, oriundos de escolas públicas, bem como alunos de escolas particulares, caso tenham sido bolsistas integrais e aqueles alunos que estão cursando o Ensino Médio durante o ano de 2019. 

    As inscrições devem ser realizadas até dia 22 de março na sala da Coordenação do Restaurante Universitário do Centro de Formação de Professores (CFP), das 7h30min às 10h30min, das 13h30min às 16h30min e das 19h30min às 21h. No ato da inscrição é preciso entregar o formulário preenchido, disponível no edital, uma foto 3X4 recente, cópias da identidade e do CPF, do histórico do ensino médio (para os candidatos que já concluíram o Ensino Médio), declaração de Concluinte (para os candidatos que irão concluir o Ensino Médio em 2019) e comprovante de residência.

    As vagas serão preenchidas por ordem de chegada com entrega da documentação exigida. Os demais candidatos inscritos, além do número de vagas, ficarão na lista de espera.

    A confirmação da matrícula deve ser realizada nos dias 26 e 27 de março das 07h30min às 16h30min e das 19h30min às 21h, na Coordenação do Restaurante Universitário.  

    As aulas começam dia 01º de abril no Bloco de aulas da Escola Técnica de Saúde de Cajazeiras (ETSC), de segunda a sexta, das 19h10min às 22h30min. 

    Para mais informações, acesse o edital.

    Fonte: Codecom