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Morre jornalista sobrevivente do acidente da Chapecoense

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Sobrevivente da queda do avião da Chapecoense na Colômbia, em 2016, que deixou 71 mortos, o jornalista Rafael Henzel, de 45 anos, morreu ontem (26) à noite de infarto.

A informação foi confirmada pela Associação Chapecoense de Futebol na sua conta no Twitter. Em uma mensagem emocionante, o clube lembra com carinho o profissional que acompanhou a trajetória do time.

Foto: Beto Barata/PR

Foto: Beto Barata/PR

“Durante a sua brilhante carreira, Rafael narrou, de forma excepcional, a história da Chapecoense. Tornou-se um símbolo da reconstrução do clube e, nas páginas verde e brancas desta instituição, sempre haverá a lembrança do seu exemplo de superação e de tudo o que fez, com amor, pelo time, pela cidade de Chapecó e por todos os apaixonados por futebol.”

Foto: Reprodução

Henzel trabalhava na Rádio Oeste Capital, de Chapecó.

Em 29 de novembro de 2016, o voo 2933 levava 77 pessoas a bordo, entre passageiros atletas, equipe técnica e diretoria da Chapecoense, jornalistas e convidados, que iriam a Medellin onde estava prevista a disputa da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional. Apenas seis pessoas sobreviveram.

Fonte: Agência Brasil

Inscrições para Casamento Coletivo acontecerão nesta quarta-feira

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A Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), realizará nesta quarta-feira, 27, as inscrições para o Casamento Coletivo 2019, que será realizado durante os festejos do Maior São João do Mundo. Para este ano serão celebrados 120 casamentos de caráter civil.

As inscrições acontecerão na Secult, localizada no Largo do Açude Novo, s/n, por trás do Terminal de Integração de Passageiros, centro de Campina Grande a partir das 8h. A inscrição será feita por ordem de chegada, atendendo ao número de 120 casais.

Os interessados deverão apresentar os documentos pessoais, além de documentos de duas testemunhas, por casal. Inicialmente será feita uma triagem da documentação exigida para, assim, validar as inscrições dos casais interessados.

O Casamento Coletivo será realizado na Pirâmide do Parque do Povo, a partir das 19h, no dia 12 de junho, véspera  de Santo Antônio, dia do Santo Casamenteiro. Na mesma data também é comemorado o Dia dos Namorados.

A Prefeitura de Campina Grande presenteia os casais com os trâmites cartoriais, aluguel do vestido de noiva, terno do noivo, maquiagem, penteados e toda a produção do casamento, além dos buquês para as noivas. O secretário municipal de Cultura, Joia Germano, disse que esta ação visa beneficiar a união dos casais campinenses, celebrando  o início de 120 novas famílias.

O secretário Joia Germano esclarece que, mesmo sendo celebrados 120 casamentos para 2019, a Secult realizará um cadastro de reserva. Estes  casais ficarão numa lista de espera visto que, no decorrer dos trâmites cartoriais, poderá ocorrer algum impedimento oficial na documentação de algum noivo. Sendo assim, será convocado o casal que estiver na lista de espera.

As inscrições acontecerão no auditório da Secult e ficarão abertas até o preenchimento das 120 vagas. Só poderão participar casais que residem em Campina Grande e nos distritos de  São José da Mata, Galante, Catolé de Boa Vista e Santa Teresinha. O cadastro só será válido se, no ato da inscrição, toda a documentação for entregue, conforme relação abaixo:

Noivos (documentação em 2 cópias)
Solteiros:

– Cópia da carteira de identidade
– Cópia do CPF
– Cópia do comprovante de residência em nome dos noivos (se for terceiros fazer declaração de residência do mês de março nos cartórios, que oferece gratuitamente a emissão do documento)
– Certidão de nascimento atualizada (a partir de março /2019)

Divorciados:
– Cópia da carteira de identidade
– Cópia do CPF
– Cópia da certidão de casamento com averbação do divórcio (atualizado a partir de março/2019)
– Comprovante de residência (identificando o nome do noivo (a), se for de terceiros, fazer declaração de residência do mês de março, nos cartórios, que oferecem gratuitamente a emissão do documento.

Viúvos:
– Cópia e original da carteira de identidade
– Cópia e original do CPF
– Cópia e original da certidão de casamento
– Cópia e original da certidão de óbito
– Inventário de bens, com comprovante de residência emitida pelo cartório

Noivos, menores de idade, a partir de 16 anos completos
– Registro de nascimento atualizado no mês de março. Os pais ou responsáveis, legalmente constituídos, deverão estar  presentes no ato da inscrição.
– Comprovante de residência (se for de terceiros fazer declaração de residência nos cartórios, que emitem gratuitamente)
– RG e CPF, cópias e originais
– Documentos de duas testemunhas (RG e CPF originais e cópias)
Pais dos noivos e padrinhos (documentação em  duas cópias)
– Cópia da carteira de identidade e CPF
– Comprovante de residência

Mais informações: 3310-6805 /3310-6808

Fonte: Codecom

Campina Grande poderá ter chuva forte com rajadas de vento

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Um alerta emitido pelo Inmet observa que o município de Campina Grande e outras cidades do Estado estão em perigo para a possibilidade de ocorrer chuva forte, com rajadas de vento.

O alerta emitido pelo Inmet prevê chuvas de até 100 mm, acompanhadas de ventos fortes.

As precipitações devem ocorrer entre esta terça e a manhã de quarta-feira. Em alguns municípios próximos a Campina Grande, a chuva já chegou.

Fonte/ Imagem: Paraíba Online

Chuva forte causa alagamentos e outros estragos em João Pessoa

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Uma forte chuva atingiu a cidade de João Pessoa nesta terça-feira (26) causou alagamentos em vários pontos e também outros estragos. Desde o início do dia havia um alerta dos institutos de meteorologia sobre o perigo de chuva forte na faixa leste da Paraíba.

Além da chuva, ventos fortes derrubaram árvores e prejudicaram o funcionamento de semáforos.

Foram registrados pontos de alagamentos no bairro do Cabo Branco, Geisel, nos Bancários, no centro, principalmente próximo da Lagoa e Terminal de Integração.

Fonte: Paraíba Online

Foto: Reprodução/TVCB

Ex-prefeito de Lagoa Seca é preso pela Polícia Federal

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O ex-prefeito da cidade de Lagoa Seca, localizada no Agreste paraibano, Francisco José de Oliveira Coutinho, conhecido como ‘Bola Coutinho’, foi preso nesta terça-feira (26) na residência dele, em Campina Grande.

Ele foi preso após ser condenado por crimes de corrupção e desvio de recursos públicos cometidos à época em que era gestor de Lagoa Seca.

Bola Coutinho foi encaminhado para o presídio do Monte Santo, em Campina Grande.

Fonte: Paraíba Online

Foto: Reprodução/TVPB

Operação policial prende nove pessoas em Campina Grande

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Uma operação da Polícia Civil cumpriu nove mandados de prisão e 20 de busca e a preensão em Campina Grande.

Um dos detidos é acusado de participar da invasão ao supermercado “Bom que Só” do bairro da Liberdade, que acabou pegando fogo após o ataque criminoso.

Ele também é acusado de participar de um assalto e uma transportadora.

Os policiais conseguiram apreender 34 explosivos e 10 munições.

Fonte: Paraíba Online

Foto: Reprodução/TVPB

‘Enorme gravidade’: MP critica Bolsonaro por incentivar comemoração do Golpe de 1964

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O MPF (Ministério Público Federal), por meio da PFDC (Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão), afirmou hoje em nota que a recomendação do governo ao Ministério da Defesa para que se comemore o golpe de 1964 é “revestida de enorme gravidade constitucional” e desrespeita o estado democrático de direito.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) determinou ao Ministério da Defesa que faça as “comemorações devidas” do aniversário do 31 de março de 1964 e ordenou que a orientação fosse repassada a quartéis pelo país.

“Nosso presidente já determinou ao Ministério da Defesa que faça as comemorações devidas com relação ao 31 de março de 1964 incluindo a ordem do dia, patrocinada pelo Ministério da Defesa, que já foi aprovada pelo nosso presidente”, afirmou ontem o porta-voz do governo, general Otávio Rêgo Barros, explicando ainda que Bolsonaro “não considera o 31 de março de 1964 um golpe militar”

Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão Na nota, o MPF classifica o golpe de 1964 – que submergiu o país em uma ditadura civil-militar que perdurou por 21 anos – como um “rompimento violento e antidemocrático da ordem constitucional”, sem qualquer possibilidade de revisionismo histórico.

Os procuradores da PFDC ainda afirmam que o apoio de Bolsonaro a um golpe de Estado seria, na conjuntura normativa atual, classificada como “crime de responsabilidade”.

O texto é assinado pelos procuradores da República Deborah Duprat, Domingos Sávio Dresch da Silveira, Marlon Weichert e Eugênia Augusta Gonzaga

A Procuradoria ainda traz dados e constatações sobre o período ditatorial que vigorou no país, estes compilados a partir do trabalho da Comissão Nacional da Verdade. Segundo o MPF, pelo menos 434 militantes contrários à Ditadura e 8 mil indígenas foram mortos pelo regime. Além disso, uma estimativa aponta que entre 30 e 50 mil pessoas foram presas ilegalmente e torturadas.

“Esses crimes bárbaros (execução sumária, desaparecimento forçados de pessoas, extermínio de povos indígenas, torturas e violações sexuais) foram perpetrados de modo sistemático e como meio de perseguição social. Não foram excessos ou abusos cometidos por alguns insubordinados, mas sim uma política de governo, de governo, decidida nos mais altos escalões militares, inclusive com a participação dos presidentes da República”, diz a nota.

Para o órgão do MPF, “festejar a ditadura é festejar um regime inconstitucional e responsável por graves crimes de violação aos direitos humanos” e um governo utilizar-se da máquina pública para defender e celebrar estes crimes pode ser caracterizado como ato de improbidade administrativa

“Estímulo grave ao ódio e à tortura” Em nota, a Associação dos Defensores Públicos Federais (Anadef) manifestou “repúdio à medida anunciada pelo porta-voz do Palácio do Planalto, que confirmou a recomendação do presidente Jair Bolsonaro para atos em comemoração ao Golpe Militar, no próximo dia 31 de março”.

Para a Anadef, o período “representou uma violação profunda do Estado Democrático de Direito, inaugurando um período em que a tortura, a violência e a perseguição política foram institucionalizados no Brasil”.

Ainda segundo o documento, “para os defensores públicos federais, que atuam na garantia dos direitos humanos, a decisão do governo é um estímulo grave ao ódio e à tortura”.

Fonte: Uol

Romero anuncia data de lançamento oficial do Maior São João do Mundo 2019 e antecipa novidades

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O lançamento oficial do Maior São João do Mundo, edição de 2019, acontecerá no próximo dia 5 de abril, às 9h, em solenidade a ser realizada no Teatro Facisa.

Foi o que anunciou o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, que na manhã desta terça-feira, 26, esteve participando da reunião do Comitê Gestor do Maior São João do Mundo 2019, integrado por secretários municipais, empresários, órgãos de segurança pública e outros setores envolvidos na realização do evento, que este ano homenageia dois ícones: Jackson do Pandeiro, no centenário de seu nascimento, e a cantora Elba Ramalho.

O prefeito campinense mostrou-se otimista quanto ao êxito do evento, que deverá superar as edições anteriores, atraindo milhares de turistas a Campina Grande durante o período de 7 de junho a 7 de julho. Para tanto, estão sendo intensificados os preparativos do evento, a ser executado numa parceria público-privada entre a PMCG e a empresa Medow Promo, cujo diretor-presidente, Jomário Souto, esteve presente à reunião.

De acordo com Jomário, a entrega das barracas no Parque do Povo acontecerá no dia 7 de maio, um mês antes de se iniciar o evento. Ele garantiu que a montagem da estrutura da festa segue em ritmo acelerado. Para tanto, as equipes da sua empresa trabalham 24 horas diariamente, o que possibilitará o cumprimento de todas as metas previstas no cronogramas de atividades preparatórias para a programação. 

Quanto à programação do evento, o prefeito Romero Rodrigues garante que vai superar todas as expectativas do público, mas este ano tem novidade: além dos grandes nomes da música regional, o evento contará, nos finais de semana, com apresentações dos principais grupos culturais de Campina Grande.

Durante a reunião, os representantes da associação que congrega comerciantes e donos de barracas instaladas do Parque do Povo (ACOBAFEJ) manifestaram total apoio ao esforço do governo municipal em prol da realização de um grande evento junino em 2019. Eles garantiram que a categoria está otimista quanto ao sucesso da programação, pois reconhecem a importância cultural e econômica do evento.

Segurança

Por sua vez, as autoridades do setor de segurança – sobretudo Corpo de Bombeiros e Polícia Militar – asseguraram total empenho para que a edição deste ano seja marcada pela tranquilidade. O tenente-coronel Damasceno, da Polícia Militar, afirmou que o planejamento para a festa está em fase de conclusão, devendo ser detalhado em breve durante reunião pública, conforme sugeriu o prefeito Romero Rodrigues.

Por fim, a secretária de Desenvolvimento Econômico, Rosália Lucas; o coordenador municipal de Turismo, Celino Neto, além do coordenador de Desenvolvimento Local, Jonnas Costa, destacaram que a reunião foi coroada de êxito, com o levantamento de muitas sugestões que vão aprimorar ainda mais o Maior São João do Mundo. Outras reuniões acontecerão até a abertura da programação, no mês de junho.

Presenças

Também marcaram presença o secretário de Juventude, Esporte e Lazer, Teles Albuquerque; secretário de Cultura, Joia Germano; coordenador de Comunicação, Marcos Alfredo; representantes e comandantes locais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros e muitas outras autoridades ou personalidades ligadas ao setor turístico local.

Fonte: Codecom

Vereador de CG é suspeito de empregar cinco parentes no gabinete

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O promotor Alyrio Batista de Souza Segundo, que atua na região de Campina Grande, abriu um inquérito para apurar suposto nepotismo na Câmara de Vereadores da cidade por parte do vereador Renan Maracajá.

A notificação do Ministério Público da Paraíba (MPPB) foi endereçada para, além do vereador, cinco parentes do mesmo: Tertuliano Ramos Maracajá, Magnolia Tarradt de Morais, Maria do Socorro Tarradt de Morais Silva, Maria Cristina Tarradt de Morais Cordeiro e Maria das Graças Tarradt Morais.

Confira:

Fonte: É notícia

Desembargador que concedeu liberdade a Temer ficou sete anos afastado do cargo

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O desembargador federal Antonio Ivan Athié, responsável pela soltura do ex-presidente Michel Temer e de outros investigados na Operação Descontaminação, ficou sete anos afastado do cargo por ter sido alvo de uma ação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele foi acusado, em 2004, de estelionato e formação de quadrilha por supostas sentenças “proferidas em conluio com advogados” quando era titular da 4ª Vara Federal no Espírito Santo. Um inquérito contra ele foi arquivado em 2008 pelo STJ, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), por falta de provas. O habeas corpus encaminhado pela defesa foi acatado em 2013 para trancar a ação contra o desembargador.

Athié é presidente da primeira turma especializada em direito penal, previdenciário e da propriedade industrial do Tribunal Regional Federal da 2a Região (TRF-2). O julgamento do habeas corpus de Temer, Moreira Franco e João Baptista de Lima Filho, o coronel Lima, estava na pauta da sessão da próxima quarta-feira, 27. Athié é relator do caso. Os encontros da primeira turma do TRF-2 são semanais às quartas, compostos por Athié, Paulo Espírito Santo e Abel Gomes.

Os votos em colegiado de Athié também são polêmicos. A primeira turma do TRF-2 é responsável pelo julgamento da Operação Pripyat, desdobramento da Lava Jato no Rio responsável pelas investigações referentes à Eletronuclear. Athié era relator do processo contra o ex-presidente da companhia, Othon Luiz Pinheiro, e votou favoravelmente para revogar a prisão preventiva do empresário, determinada pelo juiz Marcelo Bretas.

Foi nesta sessão que o desembargador comparou propina a gorjeta: “Nós temos que começar a rever essas investigações. Agora, tudo é propina. Será que não é hora de admitirmos que parte desse dinheiro foi apenas uma gratificação, uma gorjeta? A palavra propina vem do espanhol. Significa gorjeta”, justificou.

Athié também envolveu-se em polêmicas referente ao bicheiro Carlinhos Cachoeira e o ex-presidente da construtora Delta, Fernando Cavendish, sob acusações de lavagem de dinheiro. O Ministério Público Federal solicitou o afastamento de Athié do caso após ele ter concedido habeas corpus aos investigados. Antes que a decisão fosse tomada, o desembargador declarou-se impedido. O MPF alegou que Athié é amigo do advogado de Cavendish, Técio Lins e Silva.

Em dezembro de 2016, a ex-primeira dama do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral, ainda estava detida. Athié foi o único desembargador que defendeu prisão domiciliar para Adriana, sob a justificativa de que ela deveria cuidar dos filhos. Em março de 2017, Bretas concedeu prisão domiciliar à ex-primeira dama e em agosto do ano passado, ela foi liberada da prisão domiciliar também por Bretas.

O desembargador também foi voto vencido em 2017, quando a primeira turma do TRF-2 manteve a prisão do “rei do ônibus” Jacob Barata Filho, rejeitando o habeas corpus da defesa. Athié foi o único que defendeu a prisão domiciliar do investigado da Operação Ponto Final, desdobramento da Lava Jato que investiga empresários de transporte público por pagamento de propinas.

Procurado, Antonio Ivan Athié ainda não se pronunciou sobre o caso.

Fonte: Estadão

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