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Justiça manda que Estado e Dnocs elaborem relatórios de inspeção de barragens

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A pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Monteiro (PB), a Justiça determinou que o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e o Estado da Paraíba elaborem, em caráter de urgência (60 dias), com acompanhamento de técnicos do MPF, relatórios de inspeção das barragens Poções e Camalaú, respectivamente, com atualizações acerca da segurança dos dois açudes. Os mananciais, localizados na região do Cariri paraibano, possuem dano potencial associado alto, de acordo com a Informação Técnica MPF/PRPB 04/2019.

Um acordo judicial realizado entre os órgãos no dia 8 de agosto de 2017, para apresentação dos planos de segurança e de emergência dos dois açudes até 31/12/2018, vem sendo descumprido. Segundo a procuradora da República em Monteiro, Janaina Andrade, a elaboração dos relatórios de inspeção é uma medida de cautela, para minimizar os riscos.

Ainda de acordo com a procuradora, o Dnocs e o Estado da Paraíba permanecem obrigados a elaborar os planos de segurança de barragens.

“O Dnocs conhece sua obrigação desde 8 de agosto de 2017, data em que foi realizada a audiência judicial, e somente enviou documentos ao Ministério do Desenvolvimento Regional [termos de referência e planilhas orçamentárias], para compor edital de licitação, em 24/10/2018. Ou seja, a autarquia permaneceu inerte por mais de um ano e dois meses para, só então, fazer uma solicitação, que, a partir dos documentos acostados, ainda não foi sequer apreciada”, declarou Janaina.

“A finitude de recursos financeiros não pode ser escudo para cumprimento de obrigação que já existe desde a edição da Lei de Segurança de Barragem em 2010”, ressaltou a procuradora, referindo-se à alegação do Dnocs, que só deflagrou procedimento licitatório para elaboração dos planos neste mês de março.

Audiência de conciliação – Uma nova audiência de conciliação está marcada para o dia 24 de julho. Tem por objetivo central encontrar uma solução célere para os órgãos elaborarem, definitivamente, os planos de segurança e emergência das duas barragens (Poções e Camalaú), que integram o Projeto de Integração do São Francisco (Pisf) na Paraíba. Caso Dnocs e Estado da Paraíba compareçam à audiência sem os relatórios de inspeção atualizados, poderão pagar multa.

Bombeamento – A procuradora Janaina Andrade ressalta que o Pisf não foi idealizado para realizar o bombeamento contínuo de água para os açudes da Paraíba. Ela destaca que até fins de 2018 as águas vinham sendo bombeadas de forma constante em razão da pré-operação do sistema, que se encontrava em fase de comissionamento.

Não ciente desta realidade, um deputado estadual da Paraíba encaminhou representação recentemente ao MPF em Monteiro solicitando atuação do órgão em face de interrupção do bombeamento no eixo leste para o açude de Boqueirão. Em resposta ao parlamentar, a procuradora explicou que o Pisf não foi projetado para garantir o fornecimento ininterrupto de água e informou sobre o indeferimento de instauração de notícia de fato.

Conta d’água – O MPF na Paraíba esclarece que ainda não foi instado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional para participar de discussões acerca dos valores estabelecidos para cobrança da operacionalização do sistema da transposição, como prevê o Pisf.

O projeto prevê que as águas do “Velho Chico” são disponibilizadas aos estados integrantes do Pisf mediante pagamento, o que até agora não ficou claro para a população.

Fonte: É Notícia

Procuradorias recomendam a comandos militares que não comemorem golpe de 1964

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A Procuradoria Geral da República (PGR) informou nesta quarta-feira (27) que as procuradorias em 18 estados e no Distrito Federal recomendaram a comandos militares, brigadas e grupamentos que não comemorem o golpe militar de 31 de março de 1964.

A recomendação foi enviado porque na última segunda (25) o porta-voz do governo, Otávio Rêgo Barros, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro determinou ao Ministério da Defesa que faça as “comemorações devidas” pelos 55 anos do golpe.

Para os procuradores, não pode haver comemoração porque direitos foram suprimidos durante o regime. Pediram, então, aos comandantes, que respondam em até 48 horas sobre os procedimentos adotados para o cumprimento da recomendação.

A recomendação foi feita nos seguintes estados:

  • Amazonas
  • Bahia
  • Distrito Federal
  • Goiás
  • Maranhão
  • Minas Gerais
  • Mato Grosso do Sul
  • Mato Grosso
  • Pará
  • Paraíba
  • Pernambuco
  • Rio de Janeiro
  • Rondônia
  • Rio Grande do Sul
  • Rio Grande do Norte
  • Sergipe
  • São Paulo
  • Tocantins
  • Espírito Santo

O golpe militar que depôs o então presidente João Goulart ocorreu em 31 de março de 1964. Com o golpe, iniciou-se no Brasil uma ditadura que durou 21 anos, até 1985. No período:

>> não houve eleição direta para presidente;

>> o Congresso Nacional chegou a ser fechado;

>> mandatos foram cassados;

>> houve censura à imprensa;

>> segundo a Comissão da Verdade, mais de 400 pessoas foram assassinadas ou desapareceram.

Argumentos do Ministério Público

Conforme as recomendações enviadas pelo Ministério Público Federal, as Forças Armadas devem garantir a Constituição, não devendo participar de disputas ou manifestações políticas que apoiem um período no qual houve supressão de direitos.

“A homenagem por servidores civis e militares, no exercício de suas funções, ao período histórico no qual houve supressão de direitos e da democracia viola a Constituição Federal, que repudia o crime de tortura e prevê como crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático”, diz o texto.

Nesta terça (26), a A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal divulgou uma nota na qual afirmou que a comemoração do golpe militar de 1964 merece “repúdio social e político” e pode configurar improbidade administrativa.

Fonte: Codecom

Ex-secretaria da Paraiba, Livânia Farias participa de audiência no Ministério Público, fica calada e não delata aliados

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A ex-secretária de Administração do Estado, Livânia Farias, optou por ficar calada, nesta quarta-feira (27), durante audiência com promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Ela foi presa durante a terceira fase da operação Calvário, desencadeada pelo órgão. A ação investiga a suposta participação da ex-auxiliar do governo estadual em esquema de recebimento de propinas pagas pela Cruz Vermelha Brasileira filial Rio Grande do Sul. O esquema foi delatado pelo ex-assessor da Secretaria de Administração, Leandro Nunes Azevedo, preso na segunda fase da operação. O mandatário da Cruz Vermelha, Daniel Gomes, também foi preso na segunda etapa da operação e permanece detido no Rio de Janeiro.

O advogado de Livânia, Solon Benevides, explicou que a decisão de ficar calada, adotada pela ex-secretária, atende a um preceito constitucional. Ela, vale ressaltar, permaneceu em silêncio diante de todas as perguntas formuladas pelos representantes do Gaeco. “Os promotores fizeram o trabalho profissional que cabe ao Ministério Pública de forma muito elegante em relação à minha cliente”, ressaltou Benevides. Livânia foi alvo de dois mandados de prisão cumpridos no bojo da operação Calvário. O primeiro diz respeito à gestão dos contratos com a Cruz Vermelha e ocorreu no último dia 16. A segunda está relacionada com a suposta receptação de R$ 900 mil. O dinheiro seria fruto de caixa dois de campanha para as eleições de 2018, pago pela Cruz Vermelha, informa o Blog do Suetoni.

O segundo mandado de prisão foi comunicado à ex-secretária na semana passada, durante audiência de custódia. Os mandados de prisão foram expedidos pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida. Ele abrangeu, também, Daniel Dantas, que já havia sido preso na segunda etapa da operação. Livânia foi levada para a 6ª Companhia da Polícia Militar, onde aguarda o julgamento do processo. Ela só pode receber visitas de familiares até o segundo grau e dos advogados. O desembargador também deferiu parcialmente o pedido de sequestro de bens da ex-secretária de Administração do Estado. Foram autorizados os sequestros de uma casa adquirida supostamente com dinheiro de propina, em Sousa, e um veículo modelo BMW/X1, de cor branca.

Fonte paraibaradioblog

Casal é assaltado, na PB, e perde documentos de inscrição para casamento coletivo no São João

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Duas motos e os suspeitos foram encaminhados para a Central de Polícia de Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Um casal foi assaltado quando se deslocava para fazer a inscrição no casamento coletivo no São João 2019 de Campina Grande, no início da manhã desta quarta-feira (27), no bairro de Bodocongó. Segundo informações da polícia, suspeitos armados estavam roubando motos no local. Um homem foi preso e um adolescente, de 17 anos, foi apreendido.

De acordo com o relato do casal, eles estavam passando de moto pelo contorno de Bodocongó, próximo a igreja, quando foram abordados por três homens armados que os mandaram parar, pediram todos os pertences, capacetes e moto. Em seguida, mandaram o casal seguir sem olhar para trás.

O casal ainda pediu os documentos, pois estavam com todos os originais e cópias para fazer a inscrição no casamento coletivo no São João 2019 de Campina Grande, que acontece apenas nesta quarta-feira. Os suspeitos disseram que depois jogariam em algum lugar, mas os documentos não foram encontrados.

fonte g1pb

Índios Guajajara bloqueiam a BR-316 no Maranhão

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Indígenas da etnia guajajara fizeram um protesto e bloquearam o km 250 da BR-316 na manhã desta quarta-feira (27). A manifestação ocorreu em uma área do município de Bom Jardim, a 275 km de São Luís.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os índios pediam a permanência da Secretaria Especial de Saúde Indígena e são contra a municipalização da saúde indígena. O protesto é nacional.

Manifestação indígena fechou o km 250 da BR-316 — Foto: Divulgação/PRF

Manifestação indígena fechou o km 250 da BR-316 — Foto: Divulgação/PRF

A PRF informou que os motoristas que trafegavam pela BR-316 deveriam usar como desvio uma MA acessada próximo a Zé Doca, que leva a Pedro do Rosário, Pinheiro e Viana, saindo na BR-222 em Vitória do Mearim. O protesto só terminou por volta das 18h.

Fonte: G1

Ônibus pega fogo em Piedade, em Jaboatão dos Guararapes

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Um ônibus pegou fogo na tarde desta quarta-feira (27), na Avenida Ayrton Senna, no bairro de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incêndio foi registrado próximo ao cruzamento com a Rua Rosa Amélia da Paz.

Ainda segundo os bombeiros, não houve vítimas na ocorrência. A corporação foi acionada às 13h45 e enviou uma viatura de combate a incêndios para o local. O Grande Recife Consórcio de Transporte, responsável pela gestão do transporte público na região, confirmou o caso. Ônibus que pegou fogo em Jaboatão, no Grande Recife, ficou completamente destruído — Foto: Mhatteus Sampaio/TV Globo

Ônibus que pegou fogo em Jaboatão, no Grande Recife, ficou completamente destruído — Foto: Mhatteus Sampaio/TV Globo

De acordo com o consórcio, o coletivo de número 602 fazia a linha 061 – Piedade, no momento do incêndio. Segundo o órgão, uma pane elétrica causou o acidente. Uma equipe da empresa operadora da referida linha foi ao local para remover o veículo.

Por causa do fogo, parte da fiação elétrica da via derreteu e uma equipe da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) foi enviada ao local para realizar uma manutenção. O fornecimento de energia no local foi temporariamente interrompido, mas às 17h havia sido restabelecido.

Por meio de nota, a Celpe afirma que deve substituir cabos do sistema de iluminação em dois postes da via, que foram danificados pelo incêndio.

Fonte: Codecom

Acusado de planejar morte de radialista no RN rejeita defensora pública e júri é adiado pela quarta vez

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Por Anderson Barbosa, G1 RN

Lailson Lopes, o 'Gordo da Rodoviária', destituiu advogado durante o júri em 2017. Nesta quarta, ele voltou a recusar defesa e recebeu voz de prisão — Foto: Michelle Rincon/Inter TV Cabugi

Lailson Lopes, o ‘Gordo da Rodoviária’, destituiu advogado durante o júri em 2017. Nesta quarta, ele voltou a recusar defesa e recebeu voz de prisão — Foto: Michelle Rincon/Inter TV Cabugi

Foi adiado, pela quarta vez, o júri popular unificado do ex-pastor evangélico Gilson Neudo Soares do Amaral e do comerciante Lailson Lopes, o ‘Gordo da Rodoviária’, que deveria ter ocorrido na manhã desta quarta-feira (27) no Fórum Desembargador Miguel Seabra Fagundes, em Natal. Os réus são acusados de planejar a morte do radialista Francisco Gomes de Medeiros, o F. Gomes – assassinado a tiros em 18 de outubro de 2010 na cidade de Caicó, na região Seridó potiguar. Uma nova data foi marcada: 15 de abril.

Segundo o Tribunal de Justiça, o julgamento chegou a ser iniciado, mas Lailson Lopes se recusou a ser defendido pela Defensoria Pública e acabou recebendo voz de prisão. O caso é que, na última vez que o júri popular de ambos foi marcado, em julho de 2017, Lailson dispensou seu advogado e ficou sem defesa assim que a sessão começou. Diante da situação, não restou alternativa senão a magistrada adiar o júri, remarcando o julgamento para esta quarta.

Porém, de lá para cá, Lailson não constituiu um novo advogado. Quando a sessão foi inciada nesta quarta, por não ter defesa, a juíza então nomeou uma defensora pública para defender o réu. E mais uma vez o comerciante voltou a recusar a defesa.

Desta vez, no entanto, a juíza Eliana Alves Marinho puniu o comerciante com prisão preventiva, pois entendeu que ele está tentando tumultuar o processo. Agora, Lailson tem 5 dias para conseguir um novo advogado.

O ex-pastor Gilson Neudo, que já aguarda o julgamento preso, voltou para o sistema prisional. Já o comerciante Lailson Lopes, saiu do Tribunal do Júri algemado e também foi conduzido para o sistema carcerário. Radialista F. Gomes foi morto em 2010, em Caicó — Foto: Sidney Silva/Cedida

Radialista F. Gomes foi morto em 2010, em Caicó — Foto: Sidney Silva/Cedida

O crime

Francisco Gomes de Medeiros tinha 46 anos e trabalhava na rádio Caicó AM. Ele foi assassinado na noite de 18 de outubro de 2010, deixando mulher e três filhos. ‘F. Gomes’, como era mais conhecido, foi atingido por três tiros de revólver na calçada de casa, na rua Professor Viana, no bairro Paraíba, lá mesmo em Caicó. Vizinhos ainda o socorreram ao hospital da cidade, mas o radialista não resistiu aos ferimentos.

Consórcio

Segundo o Ministério Público, os acusados de participação na morte de F. Gomes fazem parte de um ‘consórcio’ de pessoas que se uniram com um propósito: eliminar o comunicador. Inicialmente, foram denunciados o mototaxista João Francisco dos Santos, mais conhecido como ‘Dão’, o comerciante Lailson Lopes, o ex-pastor Gilson Neudo, o advogado Rivaldo Dantas de Farias, o tenente-coronel da PM Marcos Antônio de Jesus Moreira e o soldado da PM Evandro Medeiros. Estes dois últimos não foram pronunciados e, consequentemente, acabaram excluídos do processo.

Réus

  • Lailson Lopes

O comerciante já sentou no banco dos réus pela morte do radialista, mas o júri acabou anulado. Foi no dia 12 de abril de 2014, quando Lailson foi condenado a 14 anos de prisão. Contudo, o MP recorreu da sentença com o objetivo de que a pena fosse aumentada. Os desembargadores então entenderam que, na verdade, deveria ocorrer outra sessão de júri, o que foi determinado. Assim, o júri acabou anulado.

  • Gilson Neudo

O ex-pastor evangélico deveria ter sido julgado no dia 16 de março de 2016, mas o procedimento foi reagendado porque a defesa dele avisou que não poderia comparecer. No mês seguinte, o júri foi novamente adiado porque o réu desconstituiu o advogado de defesa. O fato obrigou o juiz Luiz Cândido Vilaça a decidir pelo adiamento. Depois, em razão do desaforamento (sendo o local do julgamento transferido de Caicó para Natal), o júri que estava agendado para o dia 16 de novembro foi remarcado para o dia 5 de julho de 2017. Depois, houve uma decisão de juntar os júris de Gilson Neudo e Lailson Lopes, e o julgamento foi remarcado para o dia 19 de julho, ocasião em que Lailson destituiu sua defesa e o júri unificado acabou adiado para esta quarta, 27 de março de 2019.

  • Rivaldo Dantas

Também denunciado como mandante do crime, o advogado Rivaldo Dantas de Farias foi igualmente sentenciado a ir para o banco dos réus, mas aguarda em liberdade a Justiça definir uma data para o júri popular.

  • Dão

O mototaxista João Francisco dos Santos, mais conhecido como ‘Dão’, admitiu ter puxado o gatilho. Como autor material do crime, ele foi condenado a 27 de prisão em regime fechado. O julgamento aconteceu no dia 6 de agosto de 2013. A defesa dele não recorreu da decisão. Depois de passar por várias unidades, ele atualmente cumpre pena no Presídio Federal de Mossoró, na região Oeste do estado.

Fonte: G1

Operação Borracha da PC detém 9 pessoas suspeitas de roubo em CG

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Mais uma operação da Polícia Civil ocorrida ontem (26) em Campina Grande resultou na prisão de nove pessoas suspeitas de envolvimento com vários furtos e roubos na cidade. Ao todo foram cumpridos nove mandados de prisão e 20 de busca e apreensão.

A PC encontrou em uma das residências 34 artefatos explosivos e dez munições calibre 12. O proprietário da casa não estava no momento da abordagem policial. A Operação Borracha investiga o ataque a um supermercado no bairro da Liberdade, que foi incendiado após um grupo armado ter tentado roubar o cofre do estabelecimento, em dezembro do ano passado, e outra ação praticada em fevereiro deste ano, contra uma transportadora de mercadorias, onde foram furtados mais de 700 aparelhos celulares.

A PC descobriu que entre os detidos está um jovem de 20 anos, que teria participado das duas ações, como também o cumprimento de mandados de prisão contra dois homens, de 19 anos, que já se encontravam presos. Todo o material apreendido e as pessoas presas foram conduzidas para a Central de Polícia de Campina Grande.

Fonte: PB Agora

PMCG 2020: Inácio Falcão coloca nome à disposição e defende que candidato da oposição seja escolhido ainda em 2019

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O deputado estadual do PCdoB, Inácio Falcão, em entrevista ao portal votou a se colocar à disposição das oposições em Campina Grande para a disputa pelo Palácio do Bispo em 2020. Ele defende que a oposição na cidade, diferente de 2016 marche unida numa única candidatura e que o nome seja escolhido ainda neste ano.

Segundo o deputado seu nome está à disposição do grupo: “Vamos sim trabalhar esse projeto que é importante para Campina Grande. Campina precisa de um gestor que trate a população com o atendimento que ela realmente necessita, tanto na educação, saúde, infraestrutura, etc. Então esse é um projeto que estamos construindo junto com muitos pré-candidatos a vereadores, lideranças e membros da sociedade civil organizada em diversas reuniões”, disse Inácio, destacando também que a oposição vem se reunindo na cidade para tratar do tema.

“A gente tem debatido muito sobre esse projeto.  Tanto eu com o Senador Veneziano ao qual integro seu grupo, a própria Ana Cláudia, Fábio Maia que tenho conversado com ele em João Pessoa e alguns vereadores de Campina. Portanto acredito que nesse ano as oposições vão construir uma chapa competitiva para ganhar as eleições na cidade”, disse Falcão.

O parlamentar comunista não descartou a possibilidade de composição do seu nome com alguém da família Vital do Rêgo. “Essa é uma possibilidade viável sim. Isso é um projeto composto por várias partes, com um único objetivo de conseguir devolver ao povo de Campina sua cidade”, finalizou.

Fonte: PB Agora

 

 

GEVISA e Defesa Civil Municipal acompanham Operação Carro Pipa coordenada pelo 31º BIMtz

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A GEVISA (Gerência de Vigilância Sanitária) e a Defesa Civil Municipal acompanham o abastecimento de água através de Carros Pipa em Campina Grande e a Operação Carro Pipa coordenada pelo 31º Batalhão de Infantaria Motorizado, fiscalizando e fazendo a análise da potabilidade da água.

Esse acompanhamento da GEVISA – Secretaria Municipal de Saúde objetiva evitar problemas relacionados ao consumo de água não tratada.imagemO coordenador da Defesa Civil, Ruiter Sansão faz um alerta a respeito da importância da população verificar a procedência da água transportada, anotando a placa do veículo e se possível fazendo o registro fotográfico e em caso de suspeita entrar em contato com a Defesa Civil.

O calendário de fornecimento de água através da Operação Pipa para o mês de abril já foi divulgado. Uma população de 3.705 pessoas da Zona Rural é beneficiada. O abastecimento é feito através de 224 carros pipa. imagemO principal fogo do trabalho da Vigilância Sanitária é garantir a promoção da saúde a população, contando com ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde, intervindo em todo tipo de problema sanitário que possa afetar a relação entre meio ambiente, produção e circulação de bens e prestação de serviços à comunidade.

As ações da Vigilância Sanitária são coordenadas pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que é responsável por criar  normas e regulamentos sobre a saúde no País, dando suporte às atividades sanitárias pelo Brasil.

Fonte: Codecom

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