Egídio, Jannyne e Amanda foram presos durante a segunda fase da Operação Indignus, em 17 de novembro. Anteriormente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) também já tinha rejeitado o pleito para que Egídio fosse solto.
O sacerdote argumentava que precisava cumprir prisão domiciliar para cuidar da mãe. A tese, porém, não foi acatada por Vital. “Não há nos autos prova alguma de ser o recorrente a única pessoa da família capaz de prestar os indispensáveis cuidados da mãe e da irmã”, escreveu o desembargador.
Fonte: Wallison Bezerra/MaisPB
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